Outras Notícias

manifestação

  • 8 de março | Dia Internacional da Mulher

    8 de marco dia internacional da mulher 1 20220311 1724084327

    CPPC solidariza-se e apela à participação nas manifestações do
    MDM!
    O Conselho Português para a Paz e Cooperação solidariza-se com a luta pelos direitos das mulheres e apela à participação nas manifestações que o MDM vai realizar nos próximos dias 5 de Março, no Porto, e 12 de Março, em Lisboa, com o lema “Exigir igualdade na vida. Os direitos das mulheres não podem esperar”.
    A luta já longa pelos direitos das mulheres sempre esteve ligada à luta pela paz, sendo
    fundamental o seu contributo para engrossar o rio da esperança na concretização dos direitos pela igualdade na vida, participando, mesmo no tempo do fascismo, em muitas concentrações, manifestações e em greves.
  • A defesa da paz mobilizou centenas de pessoas no Porto

    Ontem ao fim da tarde, dia 15 de junho, realizou-se, no Porto, a primeira iniciativa de rua que respondeu ao apelo lançado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação "Parar a guerra! Dar uma oportunidade à Paz" e a que aderiram mais de 40 organizações. Numa iniciativa muito participada que encheu a praceta Palestina, centenas de pessoas proclamaram bem alto "Paz sim! Guerra não! " e manifestaram a sua determinação e coragem de continuar a luta pela paz.
     
    Depois de um momento musical com Miro Couto, a jovem Joana Machado e Luis Afonso apresentaram a iniciativa, a que se seguiram as intervenções de Cristina Nogueira em nome da USP/CGTP-IN e Ilda Figueiredo em nome do CPPC.
    Foram reafirmados os principais pontos do Apelo, designadamente:
     
    A urgência de travar a escalada belicista que se verifica na Europa, mas também noutras partes do mundo, nomeadamente na região Ásia-Pacífico, desrespeitando o direito que os povos têm à paz, ao desenvolvimento, à soberania; e também a urgência de abrir espaço à diplomacia e à solução política dos conflitos, rejeitando a ameaça do uso da força nas relações internacionais, para que a paz e a cooperação se sobreponham às políticas de ingerência, militarismo e guerra.
    As iniciativas vão prosseguir em Coimbra, Faro, Funchal e em Lisboa.
  • A paz também é “Salário, Emprego, Direitos!”

    a paz tambem e salario emprego direitos 1 20210226 1636350445

    Reafirmando que a defesa da Paz é indissociável da luta dos trabalhadores e dos povos por melhores condições de vida e contra as desigualdades e as injustiças sociais, o Conselho Português para a Paz e a Cooperação (CPPC) expressa o seu apoio e adesão à jornada nacional de luta convocada pela CGTP-IN para o dia 25 de Fevereiro sob o lema “Salário, Emprego, Direitos!”.

    Um mundo mais justo, mais solidário, de cooperação e de Paz é possível e necessário para assegurar o nosso futuro comum. O CPPC junta-se neste dia 25 de Fevereiro, aos homens e mulheres, à juventude, que estarão em luta pelos seus direitos, porque a defesa da Paz, sendo inseparável da luta pelos direitos laborais e sociais é, também, condição essencial à vida humana, indispensável para garantir a liberdade, a soberania, a democracia e o progresso social.

    Para defender a Paz, para construir um mundo melhor, todos não somos demais!

    Participa!

  • A paz também é “Salário, Emprego, Direitos!” | Lisboa

    a paz tambem e salario emprego direitos lisboa 1 20210301 1213248430

    Reafirmando que a defesa da Paz é indissociável da luta dos trabalhadores e dos povos por melhores condições de vida e contra as desigualdades e as injustiças sociais, o Conselho Português para a Paz e a Cooperação (CPPC) participou na jornada nacional de luta convocada pela CGTP-IN para o dia 25 de Fevereiro.

  • A paz também é “Salário, Emprego, Direitos!” | Porto

    a paz tambem e salario emprego direitos porto 1 20210301 1392527826

    Reafirmando que a defesa da Paz é indissociável da luta dos trabalhadores e dos povos por melhores condições de vida e contra as desigualdades e as injustiças sociais, o Conselho Português para a Paz e a Cooperação (CPPC) participou na jornada nacional de luta convocada pela CGTP-IN para o dia 25 de Fevereiro.

  • Cartaz | Manifestação da CGTP-IN | 20 novembro

    cartaz manifestacao da cgtp in 20 novembro 1 20211124 1498280379

    O CPPC convida os amigos da Paz participar na Manifestação da CGTP-IN no próximo sábado, dia 20 de novembro, e a juntarem-se à faixa do CPPC.
    O ponto de encontro será na rotunda do Marquês de Pombal, junto à rua Braamcamp.
  • CPPC junta-se à ação de luta nacional da CGTP-IN

     

     

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação convida os seus aderentes e amigos a participarem nesta importante jornada de luta da CGTP-IN que se insere nos objectivos que defendemos de defesa da paz e da justiça, contra o empobrecimento e por salários dignos.
    Amanhã em Lisboa, no Marquês de Pombal, às 15h00!
  • CPPC solidariza-se e participa nas manifestações do MDM! 8 de Março

     
    O Conselho Português para a Paz e Cooperação solidariza-se com a luta pelos direitos das mulheres e participou nas manifestações que o MDM vai realizar nos próximos dias 4 de Março, no Porto, e 11 de Março, em Lisboa, assinalando e saudando desta maneira o dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher.
    A longa luta que se continua a travar todos os dias pelos direitos das mulheres esteve também sempre intrinsecamente ligada à luta pela Paz. É fundamental o contributo que as mulheres, em Portugal e em todo o mundo, continuam a dar na luta pela Paz, aumentando o número de pessoas que convergem em defesa da Paz, de um mundo melhor que reflita uma verdadeira igualdade em todas as esferas da vida.
    O CPPC saúda calorosamente as Mulheres na luta que promovem contra a discriminação e a violência, contra as desigualdades, na luta pelos seus direitos, pela afirmação da sua força fundamental para que no país haja uma verdadeira política de igualdade e justiça social. Juntamos a nossa voz à reclamação das mulheres pelo cumprimento dos princípios da Carta das Nações Unidas, do Direito Internacional e da Constituição da República Portuguesa visando a promoção da igualdade e defesa dos direitos e dignidade das mulheres, denunciando as guerras e as suas consequências para os povos.
    Viva o 8 março, Dia Internacional das Mulheres!
    Viva a luta das mulheres pela igualdade e emancipação plena!
    Viva a Paz!
  • É preciso impedir uma ainda maior e terrível tragédia na Faixa de Gaza.

    instagram.JPG

    A brutal agressão de Israel na Faixa de Gaza, acompanhada por acções violentas e ataques de colonos armados na Cisjordânia, já provocou muitos milhares de mortos e os feridos são quase 15.000
    Gaza está sem luz elétrica, sem água, sem comida, sem medicamentos.
    Ambulâncias, pessoal médico, instalações médicas, hospitais, caravanas de refugiados, bairros residenciais são alvo de ataques e de bombardeamentos.
    Dezenas de trabalhadores de apoio humanitário e da ONU foram mortos pelos ataques israelitas.
    É preciso parar de imediato os bombardeamentos e impedir qualquer invasão terrestre, que, a acontecer, configuraria, à luz das Convenções Internacionais, um genocídio e provocaria uma guerra generalizada no Médio Oriente, com consequências imprevisíveis no plano regional e internacional, mas sempre dramáticas.
    Denunciamos a profunda hipocrisia dos EUA, da União Europeia e de vários governos europeus, incluindo o português, que com a retórica do ”direito de resposta de Israel” alimentam o conflito e dão cobertura a crimes de guerra como os castigos colectivos sobre populações civis e a deslocações forçadas.
    Todas as vidas contam, todas as vidas têm o mesmo valor, todas as acções que visem populações civis são censuráveis e merecem a nossa condenação.
    É por isso que a paz tem de imperar. É urgente um cessar-fogo imediato, para pôr fim às mortes, à violência e ao sofrimento.
    É preciso restabelecer o abastecimento de água, alimentos, energia e combustíveis na Faixa de Gaza e permitir a entrada urgente da ajuda humanitária. É preciso calar as armas e trilhar os caminhos da solução política para a questão palestiniana e para a paz no Médio Oriente.
    Essa paz só será possível com o fim da ocupação, dos colonatos, da opressão e repressão israelitas e com a garantia dos direitos nacionais do povo palestiniano como estipulam inúmeras resoluções da ONU.
    É necessário prosseguir a luta pela paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo da Palestina! Apelamos à sua participação na manifestação convocada para o dia 29 de Outubro, às 15:30, com início no Martim Moniz.
    As Organizações Promotoras:
    - Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM);
    - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses/Intersindical Nacional (CGTP-IN);
    - Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC)
    Apoiam a Convocatória desta Manifestação as seguintes Organizações:
    - Associação Conquistas da Revolução
    - Associação de Amizade Portugal-Cuba
    - Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
    - Associação de Estudantes da Faculdade de Letras de Lisboa
    - Associação José Afonso
    - Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
    - Associação Projeto Ruído
    - BOTA - Base Organizada da Toca das Artes
    - Coletivo MUMIA Abu Jamal
    - Confederação Nacional De Reformados Pensionistas E Idosos
    - Estuário Colectivo
    - Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações
    - Frente Anti-Racista
    - Fundação Saramago
    - Intervenção Democrática
    - Movimento “Vida Justa”
    - Movimento Democrático de Mulheres
    - Movimento Sempre os Mesmos a Pagar
    - Nucleo do PT Lisboa
    - PORTA A PORTA – Casa para todos, Movimento pelo Direito à Habitação
    - Sindicato de Hotelaria do Sul
    - Sindicato dos Professores da Grande Lisboa
    - Sindicato dos Professores da Região Açores
    - Sindicato dos Professores da Região Centro
    - Sindicato dos Professores da Zona Sul
    - Sindicato dos Professores no Estrangeiro
    - Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas,
    Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa
    - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal
    - Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa
    - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional ,Empresas Públicas, Concessionárias e Afins
    - Teatro Extremo
    - União de Resistentes Antifascistas Portugueses
    - União de Sindicatos de Aveiro
    - União de Sindicatos de Lisboa
    - União de Sindicatos de Setúbal
    - União de Sindicatos no Norte Alentejano
    - União Sindical de Torres Vedras, Cadaval, Lourinhã, Mafra e Sobral de Monte Agraço
    - União Sindicatos do Algarve

     

  • Lutar pelos Direitos! Lutar pelo direito à Paz!

    lutar pelos direitos lutar pelo direito a paz 1 20180607 1430204535

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda os trabalhadores portugueses e a CGTP-IN na sua luta por uma sociedade mais justa, mais fraterna, mais solidária, que contribua para um mundo de Paz, e associa-se à manifestação nacional que se realiza no próximo dia 9 de Junho, às 15h00, do Campo Pequeno ao Marquês de Pombal, em Lisboa.

    O CPPC defende um Portugal de desenvolvimento económico, de progresso e a justiça social, que assegure os direitos e o bem-estar de todos os portugueses, só possível com uma política que efectivamente sirva este objectivo e que garanta a soberania e a independência nacional – como consagra o projecto de desenvolvimento inscrito na Constituição da República Portuguesa.

    Informamos que o ponto de encontro, dos que queiram participar na manifestação junto do pano do CPPC, será frente à entrada principal do espaço comercial do Campo Pequeno, a partir das 15h00.

    O CPPC recolherá durante a manifestação assinaturas para a petição visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, e divulgará a campanha "Sim à Paz! Não à NATO!".

    Participe!

  • Manifestação - Paz no Médio Oriente! 14 de janeiro 2024

    IMG-20231222-WA0013.jpg

    A solidariedade com o povo palestiniano tem de prosseguir!
    Pela Paz no Médio Oriente! Palestina Independente!
    É urgente pôr fim à guerra!
    É urgente pôr fim ao massacre!

    Independentemente dos desenvolvimentos que venham a ter lugar até ao dia 14 de janeiro, a situação dramática que se vive na Palestina, em especial na Faixa de Gaza exige o prosseguimento da solidariedade com o povo palestiniano!

    A criminosa e cruel violação de qualquer princípio humanitário por parte de Israel, na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, é todos os dias demonstrada pela chacina, pelos brutais bombardeamentos, pelos ataques a hospitais, ambulâncias, escolas, agências da ONU, pelos cortes de água, eletricidade, bloqueio a alimentos e medicamentos.

    O grau de destruição e morte causado por esta agressão é inaceitável: dezenas de milhar de mortos e feridos, na sua maioria crianças e mulheres; milhares de desaparecidos; quase toda a população da Faixa de Gaza, mais de 2 milhões de pessoas, deslocada ou sem abrigo, centenas de funcionários das agências humanitárias da ONU e pessoal de saúde mortos.
    Denunciamos e condenamos a hipocrisia e cumplicidade daqueles que tudo fazem para branquear e permitir que a chacina continue. São inadmissíveis os vetos e votos contra dos Estados Unidos da América e de países europeus às exigências da ONU dum cessar-fogo humanitário imediato e permanente em Gaza.
    É preciso parar! E é preciso encontrar soluções duradouras.

    É preciso com urgência:

    - um cessar-fogo imediato e permanente;
    - pôr fim a novos bombardeamentos e ataques israelitas;
    - assegurar que o massacre acabe de uma vez por todas;
    - garantir a ajuda humanitária e a reconstrução da Faixa de Gaza;
    - pôr fim à violência dos militares e colonos israelitas na Cisjordânia;
    - pôr fim a 17 anos de desumano cerco da Faixa de Gaza;
    - libertar todos os detidos;
    - impedir a expulsão dos palestinianos da sua terra.

    É preciso que, após muitas décadas de promessas incumpridas, seja finalmente concretizado um Estado Palestiniano soberano e independente, com controlo soberano das suas fronteiras e recursos.

    A Palestina e o Médio Oriente precisam de paz, o que exige o reconhecimento e cumprimento dos direitos nacionais do povo palestiniano. O prolongamento e instigação deste conflito constituem uma grave ameaça à paz em toda a região e no mundo.
    É necessário manter o nosso empenhamento e a nossa solidariedade.
    Dia 14 de Janeiro, às 15 horas, voltamos às ruas de Lisboa, em Manifestação, com início em Sete Rios.
    Junta-te a nós!
    Palestina vencerá! ⯑⯑

    Organizações subscritoras até ao momento:
    Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
    Conselho Português para a Paz e Cooperação
    Movimentos Pelos Direitos do Povo Palestiniano e Pela Paz no Médio Oriente
    Projecto Ruído - Associação Juvenil
  • Manifestação "Paz no Médio Oriente! Palestina Independente! - não à guerra, não ao massacre" - Porto, 5 de Novembro

    5nov2023_manifPalestina_1080x1080px.jpg

    É preciso impedir uma ainda maior e terrível tragédia na Faixa de Gaza.
    A brutal agressão de Israel na Faixa de Gaza, acompanhada por acções violentas e ataques de colonos armados na Cisjordânia, já provocou muitos milhares de mortos e os feridos são quase 15.000 Gaza está sem luz elétrica, sem água, sem comida, sem medicamentos.
    Ambulâncias, pessoal médico, instalações médicas, hospitais, caravanas de refugiados, bairros residenciais são alvo de ataques e de bombardeamentos.
    Dezenas de trabalhadores de apoio humanitário e da ONU foram mortos pelos ataques israelitas.
    É preciso parar de imediato os bombardeamentos e impedir qualquer invasão terrestre, que, a acontecer, configuraria, à luz das Convenções Internacionais, um genocídio e provocaria uma guerra generalizada no Médio Oriente, com consequências imprevisíveis no plano regional e internacional, mas sempre dramáticas.
    Denunciamos a profunda hipocrisia dos EUA, da União Europeia e de vários governos europeus, incluindo o português, que com a retórica do ”direito de resposta de Israel” alimentam o conflito e dão cobertura a crimes de guerra como os castigos colectivos sobre populações civis e a deslocações forçadas.
    Todas as vidas contam, todas as vidas têm o mesmo valor, todas as acções que visem populações civis são censuráveis e merecem a nossa condenação.
    É por isso que a paz tem de imperar. É urgente um cessar-fogo imediato, para pôr fim às mortes, à violência e ao sofrimento.
    É preciso restabelecer o abastecimento de água, alimentos, energia e combustíveis na Faixa de Gaza e permitir a entrada urgente da ajuda humanitária. É preciso calar as armas e trilhar os caminhos da solução política para a questão palestiniana e para a paz no Médio Oriente.
    Essa paz só será possível com o fim da ocupação, dos colonatos, da opressão e repressão israelitas e com a garantia dos direitos nacionais do povo palestiniano como estipulam inúmeras resoluções da ONU.
    É necessário prosseguir a luta pela paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo da Palestina!
    Apelamos à sua participação na manifestação convocada para o dia 5 de Novembro, às 15:30, com início na Praceta da Palestina (cruzamento da Rua Fernandes Tomás com a Rua do Bolhão), no Porto.
    As Organizações Promotoras:
    - Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM);
    - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses/Intersindical Nacional (CGTP-IN);
    - Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC)
  • Manifestação nacional convocada pela CGTP-IN

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participa na manifestação nacional convocada pela CGTP-IN para o próximo sábado, 18 de Novembro, em Lisboa, que decorre sob o lema «Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores».

    Solidarizando-se desta forma com a luta dos trabalhadores portugueses pelo progresso e justiça social, condições essenciais para a construção de um mundo de Paz, o CPPC marcará presença nesta acção afirmando a campanha que tem em curso pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    Durante a manifestação, activistas do CPPC recolherão assinaturas para petição que reclama precisamente a adesão de Portugal a este tratado.

    O ponto de encontro dos activistas do CPPC e de todos quantos pretendam descer com o CPPC a Avenida da Liberdade é as 14h30 na Praça Marquês de Pombal, junto à estátua.

  • Manifestação Pela Paz no Médio Oriente

    434376543_688819520129493_5733393470077220007_n.jpg

    MANIFESTAÇÃO
    6 DE ABRIL
    LISBOA
    EMBAIXADA DE ISRAEL até à ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

    PAZ NO MEDIO ORIENTE! PALESTINA INDEPENDENTE FIM AO GENOCÍDIO! 

  • Manifestações de Solidariedade com a Palestina

    424933002_664438075900971_2182572834127232918_n.jpg

    No passado sábado, dia 10 de fevereiro, o Conselho Português para a Paz e Cooperação esteve presente nas ações de solidariedade com o povo palestino nas cidades de Lisboa, Faro e Braga!
    Pela Paz no Médio Oriente, por um cessar-fogo imediato, Palestina Vencerá!
     
    424932914_664438079234304_63007356738086801_n.jpg
  • Milhares de pessoas exigem Paz no Médio Oriente, em Lisboa - 14 de janeiro de 2024

    419883741_647931370884975_4923053453217056139_n.jpg

    Muitos milhares de pessoas participaram na manifestação "Paz no Médio Oriente, Palestina independente", que simbolicamente uniu as embaixadas dos EUA e de Israel - o cúmplice e o criminoso - numa expressiva denúncia do massacre que desde há já 100 dias é cometido na Faixa de Gaza, contra o povo palestiniano: até ao momento foram já assassinadas 23 mil pessoas, entre as quais mais de 9000 crianças, mais de dois milhões obrigadas a abandonar as suas casas. Sob os bombardeamentos sucumbem diariamente profissionais de saúde, jornalistas, trabalhadores humanitários e funcionários das Nações Unidas. É urgente travar o massacre, ouviu-se e leu-se uma e outra vez.
     
    A iniciativa da África do Sul de instaurar um processo contra Israel por genocídio no Tribunal Internacional de Justiça foi saudada em pancartas, palavras de ordem e intervenções, lembrando-se que foi Nelson Mandela quem um dia afirmou que a liberdade dos sul-africanos, que tinham vencido o apartheid, não estaria completa sem a dos palestinianos.
     
    Nas várias intervenções, proferidas junto à embaixada de Israel, denunciou-se a brutalidade dos ataques de Israel contra a população da Faixa de Gaza, mas também na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, onde se sucedem os assassinatos e as expulsões de populações das suas casas. E reafirmou-se a defesa dos direitos nacionais do povo palestiniano, nomeadamente o fim da ocupação e a criação do Estado da Palestina soberano, independente e viável nas fronteiras anteriores a 1967, como consagrado nas resoluções das Nações Unidas.
     
    Intervieram no local um médico e um jornalista e foram lidas três mensagens: da jovem ativista palestiniana Ahed Tamimi, do Hadash (Frente Democrática para a Paz e Igualdade, de Israel), e das quatro organizações promotoras da manifestação - o CPPC, a CGTP-IN, o MPPM e o Projeto Ruído - Associação Juvenil.
     
    Após terem sido realçados os princípios consagrados no artigo 7.º da Constituição da República Portuguesa, gritou-se "25 de Abril Sempre!" e escutou-se a "Grândola, Vila Morena", ou não tivesse sido a paz e a solidariedade com os povos valores da Revolução que cumpre 50 anos em 2024.
    419698182_648184394193006_6489893201541947319_n.jpg
  • Milhares na manifestação em Lisboa - 29 de outubro de 2023

    397077271_607526788258767_7425050646072926179_n.jpg

    No dia 29 de outubro, durante a tarde, milhares de pessoas saíram à rua em defesa da Paz, por uma Palestina independente.
    Saindo do Martim Moniz em direção à Praça do Município, em Lisboa, foram muitos os que se juntaram à manifestação promovida pelo Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM); pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses/Intersindical Nacional (CGTP-IN); e pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).
    Durante a manifestação, as faixas, pancartas e bandeiras exigiam o fim imediato dos bombardeamentos, denunciando a profunda hipocrisia dos EUA, da União Europeia e de vários governos europeus, incluindo o português, que com a retórica do ”direito de resposta de Israel” alimentam o conflito e dão cobertura a crimes de guerra como os castigos colectivos sobre populações civis e a deslocações forçadas dos palestinos.
    Na praça do município, apresentado por Fernando Jorge, Pedro Gamboa fez leitura de um poema e a ele seguiu-se Sebastião Antunes, cantando duas músicas em defesa da paz.
    As intervenções das organizações promotoras foram feitas por Ilda Figueiredo, do CPPC, Carlos Almeida, do MPPM, Isabel Camarinha, da CGTP, e ainda por Rui Estrela do movimento Vida Justa, subscritor da manifestação, e por Dima Mohammed, palestina e professora em Portugal. Afirmou-se a profunda necessidade de prosseguir a luta pela paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo da Palestina!
    A moção lida e aprovada reafirmou as reivindicações da manifestação e marcou o caminho para a continuação de iniciativas em defesa da Paz e dos direitos do povo da Palestina.
    Moção
    Os participantes na Manifestação “Paz no Médio Oriente - Palestina Independente - Não à guerra! Não ao massacre!”, promovida pela CGTP-IN, CPPC e MPPM, e que contou com a adesão de dezenas de organizações, reclamam:
    1) O fim imediato dos bombardeamentos sobre a Faixa de Gaza e do massacre dos seus
    habitantes.
    Esta é a exigência inadiável, de emergência, que tem de ser acompanhada pelo envio imediato de toda a ajuda humanitária necessária, pelo restabelecimento das condições de funcionamento dos hospitais e centros de apoio médico, pelo fim imediato do cruel e desumano cerco à Faixa de Gaza,
    em vigor desde há 17 anos, e pelo fim da violência das forças armadas e dos colonos israelitas contra a população da Cisjordânia.
    2) Que seja cortado o passo à escalada e alastramento da guerra aos países vizinhos e a todo o Médio Oriente.
    O perigo de extensão da guerra é evidente. Uma tal guerra generalizada no Médio Oriente, região já tão martirizada por décadas de invasões, agressões e guerras, seria uma catástrofe. É preciso travá-la, antes que se concretize.
    3) Que se encete, finalmente, um real processo político conducente à criação dum Estado da
    Palestina, independente e soberano, com controlo das suas fronteiras.
    Na origem daquilo a que assistimos estão décadas de ocupação e agressão israelita, décadas de negação do direito do povo da Palestina a um Estado independente e soberano, como prometido por inúmeras resoluções da ONU que ficaram sempre por cumprir.
    Não pode haver Paz no Médio Oriente sem o reconhecimento dos direitos inalienáveis do povo da Palestina. É inadiável a exigência da concretização rápida desses direitos.
    Essa é a única forma de pôr fim ao ciclo de guerra, ao sofrimento do povo palestiniano, do povo israelita e de todos os povos do Médio Oriente.
    * * *
    Aqui estamos unidos por tais objectivos e a nossa luta não vai parar.
    Saudamos todos aqueles que por todo o País se levantam pela paz e pelos direitos do povo da
    Palestina. Saudamos todos os que participaram nas muitas acções já realizadas nestes dias - em Lisboa, no Porto, em Braga, em Coimbra, em Évora e outros locais – e que certamente vão participar nas iniciativas já anunciadas para Portalegre, Viana do Castelo, Viseu, Setúbal, Baixa da Banheira, Almada, Montijo e Santarém, entre muitas outras que estão em preparação. Saudamos os mais de 100 homens e mulheres das artes e da cultura que subscreveram o apelo de apoio a esta nossa Manifestação.
    Apelamos a todos que se continuem a mobilizar e contribuam para a intensificação dum amplo movimento pelo fim da agressão a Gaza, de solidariedade com o povo da Palestina e pela Paz no Médio Oriente.
    Um movimento que não desistirá de parar o massacre e que terá uma forte expressão em torno do Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina, dia 29 de Novembro,
    nomeadamente com acções de rua em defesa da Paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo palestiniano.
    Entretanto, e porque enquanto as armas não se calarem, as nossas vozes e a nossa luta pela paz e pela Palestina também não vão parar, informamos e apelamos à mobilização para uma grande vigília pelo Povo da Palestina, a realizar em Lisboa, na Alameda Afonso Henriques, na próxima sexta-feira, dia 3 de Novembro, às 18 horas, onde afirmaremos que por cada bomba criminosa caída em Gaza, nascerá em Portugal uma bandeira palestina de resistência e de luta pela paz e pela
    justiça”.
    Paz no Médio Oriente! Palestina independente! Não à guerra! Não ao massacre!
     
    Lisboa, 29 de Outubro de 2023
  • Mobilização e Luta | Aumento dos Salários e Pensões | Manifestação | CGTP

    manifestacao cgtp out2022Estão convocadas pela CGTP-IN, para o próximo dia 15 de Outubro, duas manifestações (em Lisboa e no Porto) culminando um mês de luta sob o lema “Aumento dos salários e pensões – emergência nacional! Contra o aumento do custo de vida e o ataque aos direitos.”

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação apela à participação de todos nestes importantes momentos de luta porque a luta contra o empobrecimento e por salários dignos é também a luta pela justiça, pelo progresso social e pela Paz.
  • No dia 16 de junho, em Coimbra, realizou-se um importante desfile pela Paz.

    Durante o desfile e na intervenção do Conselho Português para a Paz e Cooperação apelou-se à Paz e à amizade, e também, tal como referia o apelo que juntou os amantes da Paz nesta cidade, a que se trave escalada belicista que se verifica na Europa, mas também noutras partes do mundo, nomeadamente na região Ásia-Pacífico, na América Latina e em África, desrespeitando o direito que os povos têm à paz, ao desenvolvimento e à sua soberania.
    Exclamou-se "Paz Sim! Guerra Não!" e foi reiterado o compromisso de continuar a desenvolver ações em defesa da Paz, em Coimbra e por todo o país.
  • No Porto, ecou bem alto a defesa da Paz no Médio Oriente e da independência da Palestina, do fim da guerra e do massacre

    398920102_610720527939393_8002802334142031590_n.jpg

     

    Mais de 1000 pessoas, esta tarde, dia 5 de novembro, no Porto, na manifestação pela paz no Médio Oriente e pela independência da Palestina, contra a guerra e o massacre que Israel faz em Gaza, pelo cessar fogo imediato, e pela ajuda humanitária urgente.
    Na Praça D. João I , onde terminou a manifestação, seguiu-se um período de intervenções apresentado pela jovem Ana Pedro. Intervieram Tiago Oliveira, coordenador da USP/CGTP-IN, José António Gomes do secretariado nacional do MPPM, o professor Manuel Loff, um dos promotores de um manifesto de solidariedade com a Palestina, a estudante palestiniana Nur Latif e a encerrar Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC que procurou resumir o que foi dito na seguinte moção ali aprovada e aplaudida:
    Moção
    Os participantes na Manifestação, no Porto, em 5 de novembro, “Paz no Médio Oriente - Palestina Independente - Não à guerra! Não ao massacre!”, promovida pela CGTP-IN, CPPC e MPPM reclamam:
    1) O fim imediato dos bombardeamentos sobre a Faixa de Gaza e do massacre dos seus habitantes.
    Esta é a exigência inadiável, de emergência, que tem de ser acompanhada pelo envio imediato de toda a ajuda humanitária necessária, pelo restabelecimento das condições de funcionamento dos hospitais e centros de apoio médico, pelo fim imediato do cruel e desumano cerco à Faixa de Gaza, em vigor desde há 17 anos, e pelo fim da violência das forças armadas e dos colonos israelitas contra a população da Cisjordânia.
    2) Que seja cortado o passo à escalada e alastramento da guerra aos países vizinhos e a todo o Médio Oriente.
    O perigo de extensão da guerra é evidente. Uma tal guerra generalizada no Médio Oriente, região já tão martirizada por décadas de invasões, agressões e guerras, seria uma catástrofe. É preciso travá-la, antes que se concretize.
    3) Que se encete, finalmente, um real processo político conducente à criação dum Estado da Palestina, independente e soberano, com controlo das suas fronteiras.
    Na origem daquilo a que assistimos estão décadas de ocupação e agressão israelita, décadas de negação do direito do povo da Palestina a um Estado independente e soberano, como prometido por inúmeras resoluções da ONU que ficaram sempre por cumprir.
    Não pode haver Paz no Médio Oriente sem o reconhecimento dos direitos inalienáveis do povo da Palestina. É inadiável a exigência da concretização rápida desses direitos.
    Essa é a única forma de pôr fim ao ciclo de guerra, ao sofrimento do povo palestiniano, do povo israelita e de todos os povos do Médio Oriente.
    4) Aqueles que aqui estão hoje e que ao longo das últimas semanas nos temos manifestado pela paz e pelos direitos do povo palestiniano, lamentamos profundamente as declarações do Presidente da República, e afirmamos que elas não correspondem aos sentimentos do povo português, que deseja a Paz no Médio Oriente.
    Afirmamos que todas as vidas contam e que o que é necessário agora é parar o massacre do povo palestino e respeitar os seus direitos nacionais que Israel desrespeita há 75 anos.
    No final, afirmou-se que a luta continua e novas manifestações vão ser realizadas até que a paz exista.