Outras Notícias

Palestina

  • Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino

    dia internacional de solidariedade com o povo palestino 1 20181202 1547012624

    Pelo seus inalienáveis direitos nacionais

    Assinala-se, a 29 de Novembro, o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, instituído em 1977, pela Organização das Nações Unidas, para relembrar a aprovação, em 1947, pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, da Resolução 181, que preconizou a divisão da Palestina em dois Estados - um árabe e um judeu - sendo que as cidades de Jerusalém e Belém permaneceriam 'zonas internacionais'.

    Mais de sete décadas depois só o Estado de Israel existe, mantendo a ilegal ocupação de território pela força das armas, com o apoio ou conivência dos EUA e da UE.

  • Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino | 29 de Novembro

    dia internacional solidariedade povo palestino2022

    Celebrando o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, proclamado pela Organização das Nações Unidas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda o heróico povo palestino e a sua determinada e corajosa resistência que, nas mais duras e dramáticas condições, mantém viva a aspiração à liberdade, à justiça, à independência.
    Uma celebração que assume um tão maior significado, quando neste momento se agrava a violência das autoridades sionistas de Israel e dos colonos israelitas, tornando a solidariedade com o povo palestino e com a sua justa causa nacional ainda mais premente e necessária.
    Lembrando que Israel viola há décadas, e diariamente, dezenas de resoluções das Nações Unidas, o CPPC exige o fim imediato das expulsões de famílias árabes das suas habitações, para aí instalar colonos israelitas; da repressão, das detenções, das torturas e dos assassinatos da população palestina, incluindo de crianças; da construção de novos colonatos.
  • Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Palestinos

    437153942_700387845639327_7838579494196138550_n.jpgHá 50 anos, o Conselho Nacional Palestiniano instituiu o dia 17 de abril como o Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Palestinos, no qual se expressa solidariedade para com os presos políticos palestinos detidos nas prisões de Israel.

    Em 2024, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) assinala este dia denunciando e condenando veementemente o genocídio em curso levado a cabo por Israel contra o povo palestiniano, em que, diariamente, somos confrontados com o aumento do número de mortos e feridos, que ultrapassa já os 109 mil, na sua maioria mulheres e crianças.
    Em resultado da brutal escalada de violência promovida pelas autoridades israelitas, incrementou-se também o número de prisioneiros palestinos detidos por Israel. Se todos os anos, milhares de palestinos foram detidos por Israel, o seu número após outubro do ano passado aumentou consideravelmente. Em fevereiro deste ano, o número de palestinos detidos nas prisões israelitas era cerca de 10 mil. O número das denominadas detenções administrativas – detenções arbitrárias, emitidas pelos militares israelitas e aprovadas pelos seus tribunais militares, sem necessidade de acusação e julgamento e que podem ser renovadas indefinidamente –, atingiu um máximo histórico. 80% dos detidos palestinos desde outubro estão nesta categoria, e são vários os menores de idade. Em seis meses, 460 crianças palestinianas foram detidas por Israel.
    Em 2023 já tinham sido implementadas medidas que visavam degradar as condições de detenção dos presos palestinos, como: a limitação do uso de chuveiros ou de fornecimento de água; a diminuição do tempo para o exercício matinal; a limitação das visitas familiares; ou o aumento do número de presos que estão em confinamento solitário.
    Hoje, as imagens e os relatos do tratamento dos detidos palestinos nas prisões israelitas só podem causar indignação. As condições já desumanas foram agravadas: humilhação e maus tratos de prisioneiros, obrigando-os manterem-se por longos períodos despidos, ajoelhados, vendados e de mãos amarradas; tortura psicológica e física, são vários os casos de prisioneiros com membros partidos, privação alimentar, de sono e de assistência médica e acesso a medicação.
    O Governo português deve denunciar a política de ocupação e repressão levada a cabo por Israel – incluindo o uso e abuso das chamadas detenções administrativas – e exigir a libertação dos presos políticos palestinos detidos nas prisões israelitas.
    O Governo português deve rejeitar e condenar o colonialismo israelita, defendendo o direito do povo palestiniano a um Estado da Palestina, livre, independente e soberano, com as fronteiras anteriores a junho de 1967 e capital em Jerusalém Leste – Estado da Palestina que Portugal deve reconhecer de imediato.
    Neste dia de solidariedade com os presos políticos palestinos detidos por Israel:
    - Reafirmamos a nossa solidariedade com o povo palestiniano e, particularmente, com os presos políticos palestinos, que devem ser libertados.
    - Reafirmamos a exigência do fim dos massacres, da política genocida, dos crimes de Israel.
    - Reafirmamos a exigência do fim do cruel bloqueio à Faixa de Gaza, que impede o acesso de água, alimentos, medicamentos, combustíveis, e que condena à fome e ao sofrimento a população palestiniana.
    - Reafirmamos a exigência do cessar-fogo imediato e permanente e do incondicional acesso da urgente ajuda humanitária.
    A Direção Nacional do CPPC
    17 de abril de 2024
  • Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Políticos Palestinos em Prisões Israelitas

     

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), coerente com o seu posicionamento e contínua acção de solidariedade para com a causa do povo palestino, associa-se ao Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Políticos Palestinos em Prisões Israelitas, assinalado a 17 de Abril.

    A 17 de Abril de 1974, na sequência da ocupação por Israel dos territórios da Margem Ocidental, de Jerusalém Oriental e da Faixa de Gaza, 7 anos antes, e no âmbito de uma troca de prisioneiros, foi libertado um preso palestino, Mahmoud Hijazi. Desde 1974, no dia 17 de Abril se assinala uma jornada mundial que recorda e expressa solidariedade aos palestinos que permanecem nas prisões israelitas.

  • Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Políticos Palestinos em Prisões Israelitas

     

    Desde 1974, no dia 17 de Abril, assinala-se uma jornada internacional que expressa solidariedade aos presos políticos palestinos que permanecem nas prisões israelitas.
     
    São milhares os presos políticos palestinos, entre os quais se incluem menores de idade, que se encontram encarcerados nas prisões israelitas, muitos dos quais ao abrigo das chamadas detenções administrativas – detenções arbitrárias, emitidas pelos militares israelitas e aprovadas pelos seus tribunais militares, podendo ser continuamente renovadas, impondo anos de prisão sem culpa formada ou julgamento.
     
    Apesar de detidos, os presos políticos palestinos tomam parte na resistência do povo palestino, realizando corajosas lutas denunciando o desrespeito dos seus direitos e a violência de que são alvo, incluindo através da realização de greves de fome, pondo em causa as suas condições de saúde e a própria vida.
     
    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia a detenção dos presos políticos palestinos pelas autoridades de Israel, a negação dos seus mais básicos direitos, incluindo o direito ao julgamento, as situações de humilhação e tortura, a renovação das detenções administrativas – mais um flagrante exemplo de desrespeito do direito internacional por parte de Israel.
     
    Um dia após o Dia Internacional de Solidariedade, o CPPC apela a todos os amantes e defensores da Paz que exijam a libertação dos Presos Políticos Palestinos em Prisões Israelitas, o fim da repressão e ocupação israelita, e a implementação do direito do povo palestino ao seu Estado independente e soberano nas fronteiras anteriores a 1967 e com capital em Jerusalém Oriental, do direito de regresso dos refugiados palestinos como consagrado pelas resoluções das Nações Unidas.
     
    Palestina Vencerá!
     
    A Direção Nacional do CPPC
  • É preciso impedir uma ainda maior e terrível tragédia na Faixa de Gaza.

    instagram.JPG

    A brutal agressão de Israel na Faixa de Gaza, acompanhada por acções violentas e ataques de colonos armados na Cisjordânia, já provocou muitos milhares de mortos e os feridos são quase 15.000
    Gaza está sem luz elétrica, sem água, sem comida, sem medicamentos.
    Ambulâncias, pessoal médico, instalações médicas, hospitais, caravanas de refugiados, bairros residenciais são alvo de ataques e de bombardeamentos.
    Dezenas de trabalhadores de apoio humanitário e da ONU foram mortos pelos ataques israelitas.
    É preciso parar de imediato os bombardeamentos e impedir qualquer invasão terrestre, que, a acontecer, configuraria, à luz das Convenções Internacionais, um genocídio e provocaria uma guerra generalizada no Médio Oriente, com consequências imprevisíveis no plano regional e internacional, mas sempre dramáticas.
    Denunciamos a profunda hipocrisia dos EUA, da União Europeia e de vários governos europeus, incluindo o português, que com a retórica do ”direito de resposta de Israel” alimentam o conflito e dão cobertura a crimes de guerra como os castigos colectivos sobre populações civis e a deslocações forçadas.
    Todas as vidas contam, todas as vidas têm o mesmo valor, todas as acções que visem populações civis são censuráveis e merecem a nossa condenação.
    É por isso que a paz tem de imperar. É urgente um cessar-fogo imediato, para pôr fim às mortes, à violência e ao sofrimento.
    É preciso restabelecer o abastecimento de água, alimentos, energia e combustíveis na Faixa de Gaza e permitir a entrada urgente da ajuda humanitária. É preciso calar as armas e trilhar os caminhos da solução política para a questão palestiniana e para a paz no Médio Oriente.
    Essa paz só será possível com o fim da ocupação, dos colonatos, da opressão e repressão israelitas e com a garantia dos direitos nacionais do povo palestiniano como estipulam inúmeras resoluções da ONU.
    É necessário prosseguir a luta pela paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo da Palestina! Apelamos à sua participação na manifestação convocada para o dia 29 de Outubro, às 15:30, com início no Martim Moniz.
    As Organizações Promotoras:
    - Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM);
    - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses/Intersindical Nacional (CGTP-IN);
    - Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC)
    Apoiam a Convocatória desta Manifestação as seguintes Organizações:
    - Associação Conquistas da Revolução
    - Associação de Amizade Portugal-Cuba
    - Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
    - Associação de Estudantes da Faculdade de Letras de Lisboa
    - Associação José Afonso
    - Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
    - Associação Projeto Ruído
    - BOTA - Base Organizada da Toca das Artes
    - Coletivo MUMIA Abu Jamal
    - Confederação Nacional De Reformados Pensionistas E Idosos
    - Estuário Colectivo
    - Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações
    - Frente Anti-Racista
    - Fundação Saramago
    - Intervenção Democrática
    - Movimento “Vida Justa”
    - Movimento Democrático de Mulheres
    - Movimento Sempre os Mesmos a Pagar
    - Nucleo do PT Lisboa
    - PORTA A PORTA – Casa para todos, Movimento pelo Direito à Habitação
    - Sindicato de Hotelaria do Sul
    - Sindicato dos Professores da Grande Lisboa
    - Sindicato dos Professores da Região Açores
    - Sindicato dos Professores da Região Centro
    - Sindicato dos Professores da Zona Sul
    - Sindicato dos Professores no Estrangeiro
    - Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas,
    Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa
    - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal
    - Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa
    - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional ,Empresas Públicas, Concessionárias e Afins
    - Teatro Extremo
    - União de Resistentes Antifascistas Portugueses
    - União de Sindicatos de Aveiro
    - União de Sindicatos de Lisboa
    - União de Sindicatos de Setúbal
    - União de Sindicatos no Norte Alentejano
    - União Sindical de Torres Vedras, Cadaval, Lourinhã, Mafra e Sobral de Monte Agraço
    - União Sindicatos do Algarve

     

  • Em São João da Madeira exigiu-se a Paz no Medio Oriente

    412138668_631989635812482_4333971708625866516_n.jpg

    No dia 16 de dezembro teve lugar uma excelente sessão em S.João da Madeira, com a participação de cerca de 50 pessoas.
    Intervieram, sobre a dramática situação que se vive na Palestina, Ilda Figueiredo, João Rouxinol e Ana Leite.
    Na participada sessão, defendeu-se, uma vez mais, a urgência de um cessar-fogo imediato, da ajuda humanitária, do fim dos bombardeamentos por parte de Israel que já mataram largos milhares de pessoas, na sua maioria mulheres e crianças civis.
    Reiterou-se a importância das diferentes ações que têm vindo a ser desenvolvidas por todo o país, e apelou-se à participação de todos no cordão humano que terá lugar no Porto, no próximo dia 19.
  • Encontro com delegação de parlamentares palestinos

    encontro com delegacao de parlamentares palestinos 2 20181222 1017313515

    A convite da do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina, visitou esta semana o nosso país uma delegação de quatro parlamentares palestinos, chefiada pelo Presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Palestina- Portugal, Senhor Azzam Al-Ahmed.

    Esta visita teve por objectivo o estreitamento dos laços de amizade entre os parlamentares e os intervenientes da vida política, económica, social e cultural de ambos os países. A delegação foi recebida na Assembleia da República e teve diversos contactos com organizações e diversas personalidades, incluindo um encontro com organizações sociais que em Portugal têm promovido iniciativas de solidariedade e apoio á luta do povo palestino pelos seus direitos. Neste encontro, realizado no dia 12 de Dezembro, no Teatro “A Barraca”, e no qual também estiveram presentes o senhor Embaixador da Missão Diplomática da Palestina em Portugal e o Sr. deputado Bruno Dias, presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina, os parlamentares palestinos relataram a situação, de extrema gravidade, que actualmente se está a viver no seu país, decorrente das provocações e políticas que têm vindo a ser tomadas pelo governo israelita com o apoio da administração estado-unidense e do seu Presidente, Donald Trump, que fomentam o agravamento da tensão e instabilidade em todo o Médio Oriente. A par da intensificação das acções contra o povo palestino, visando destruir a solução de dois Estados, que desde há décadas é proclamada pela comunidade internacional.

  • Encontro e jantar entre organizações da sociedade civil e a tripulação do Handala

    450167833_747060700972041_1465386054429176996_n.jpg

    No dia 5 de julho, ao final da tarde, representantes de várias organizações encontraram-se, na Biblioteca da Casa do Alentejo, com membros da tripulação do barco Handala.
    Carlos Almeida, do MPPM, abriu a sessão com umas breves palavras sobre a missão do Handala e sobre o trabalho que organizações em Portugal têm desenvolvido em torno das questões da solidariedade com o povo palestino.
    Seguiu-se a intervenção de Fellipe Lopes com a apresentação e explicação do seu projecto e onde foi frisada a urgência da ajuda humanitária a Gaza. Youssef e Rana, palestinos residentes na Nova Zelândia e membros da tripulação, falaram sobre a sua experiência como palestinos e sobre a situação em Gaza.
    Numa troca de ideias, experiências e opiniões fraterna e calorosa, representantes das organizações presentes, incluindo da coligação da Flotilha da Liberdade, tiveram oportunidade de colocar questões e falar sobre o trabalho das suas organizações em torno da causa da luta do povo palestino, e onde ficou assente a determinação de prosseguir essa luta, até que a Palestina seja livre, e até que o seu povo possa efectivamente viver em Paz.
    Terminada a sessão, a conversa prosseguiu num jantar-convívio, no mesmo local, com os presentes.
  • ENCONTRO ENTRE ORGANIZAÇÕES PORTUGUESAS E PALESTINAS

     

    Por ocasião da presença em Portugal, de uma delegação de organizações Politicas e Sociais palestinas constituída por Leila Kahled, do Conselho Nacional Palestino e Dirigente da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP); Yousef Ahmed, membro do Partido do Povo Palestino; Mohammed Yaya Secretário-geral Adjunto e Secretário das Relações Internacionais da União Geral dos Trabalhadores Palestinos (GUPW) e Fayez Khalaf, Representante na Europa da FPLP, realizou-se no passado dia 28 de Novembro, na sede da CGTP-IN, em Lisboa, um encontro entre esta delegação e a CGTP-IN, o CPPC, o MPPM, o MDM e a URAP, organizações portuguesas que abraçam a causa da luta do povo palestino.

  • Entrega da carta-aberta Pelo Reconhecimento do Estado da Palestina por Portugal.

    449288346_742726384738806_134937448580605543_n.jpg

    Volvido um mês da sua apresentação, num acto público de solidariedade com a Palestina, no Rossio, a carta foi entregue com a subscrição de 79 organizações das mais diversas áreas. Neste acto simbólico, em frente à residência oficial do Primeiro-Ministro, a quem a carta foi dirigida, estiveram representantes de organizações que subscreveram a carta.
    Ilda Figueiredo, do Conselho Português para a Paz e Cooperação, Carlos Almeida, do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, e Dinis Lourenço, da Confederação Geral de Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional, foram recebidos pelo assessor diplomático do primeiro-ministro, Jorge Monteiro, que recebeu a Carta Aberta.
    As organizações reafirmaram a sua solidariedade com o povo palestiniano e as suas exigências por um cessar-fogo permanente e imediato, pelo fim do genocídio e pelo reconhecimento, pelo governo português, do Estado da Palestina nas fronteiras anteriores a 1967 e com capital em Jerusalém Oriental, conforme determinado pelas resoluções adotadas pela Organização das Nações Unidas.
    No próximo dia 4 de Julho voltamos a sair à rua por uma Palestina Livre, pelo fim dos massacres de Israel e em solidariedade com o povo palestiniano e com os ativistas da Flotilha da Liberdade, no Rossio, às 18h!
    Palestina Vencerá!
  • Escalada de violência contra o povo palestino

     

     

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) acompanha com preocupação o aumento da violência contra o povo palestino, perpetrada pelas autoridades, pelos militares e pelos colonos israelitas que cometem crimes que permanecem impunes.

    São múltiplos os exemplos que demonstram tal realidade, como o assassinato de um menino de 18 meses e do seu pai, vítimas de um ataque, com bombas incendiárias, efectuado por colonos israelitas à casa onde viviam e que feriu com gravidade outros membros da mesma família, ocorrido a 30 de Julho, nos arredores da cidade de Duma em Nablus. Recorde-se que de acordo com a Organização de Libertação da Palestina (OLP), desde 2004, foram mais de 11 mil os ataques perpetrados por colonos israelitas contra o povo palestino, ataques que na sua larga maioria prosseguem impunes.

  • Estados Unidos isolados na provocação à Palestina

    Os EUA vetaram na segunda-feira, 18, a resolução proposta pelo Egipto no Conselho de Segurança das Nações Unidas que visava a anulação do reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel. Esta resolução recebeu 14 votos a favor em 15, o que significa que os Estados Unidos ficaram isolados nesta pretensão, não contando sequer com o apoio dos seus mais próximos aliados, como a França e a Grã-Bretanha.

    No dia seguinte, a Assembleia-Geral das Nações Unidas votou esmagadoramente – com 176 votos a favor em 193 possíveis – uma resolução que afirma o direito do povo palestiniano à sua autodeterminação. Hoje, quinta-feira, a Assembleia-Geral será chamada a votar uma resolução semelhante à proposta no Conselho de Segurança.

    Entretanto, a representante dos EUA nas Nações Unidas, Nikki Haley, ameaçou que irá «tomar nota» dos países que votarem favoravelmente a proposta.

  • EUA continuam a vetar um cessar-fogo na Faixa de Gaza - É urgente pôr fim ao massacre do povo palestino!

    eua.jpg

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia veementemente o novo veto dos Estados Unidos da América à proposta de resolução apresentada pela Argélia no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, no passado dia 20 de fevereiro, que instava a um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza.
    Para além de um cessar-fogo humanitário imediato na Faixa de Gaza, a proposta de resolução apelava a que todas as partes deveriam respeitar e a uma ajuda humanitária plena, rápida, segura e sem entraves à população palestiniana, e opunha-se à deslocação forçada da população palestiniana.
    Esta é a sexta vez que os EUA impedem a adoção de uma resolução no Conselho de Segurança da ONU para acabar com a agressão de Israel contra a população palestiniana na Faixa de Gaza, tendo anteriormente vetado três propostas de resolução apresentados pela Rússia, Brasil e Emirados Árabes Unidos, e bloqueado duas outras propostas de resolução apresentadas pela Rússia.
    Os EUA continuam desta forma a demonstrar a sua cumplicidade com o massacre que desde há quatro meses Israel comete na Faixa de Gaza, tendo já provocado cerca de 30 mil mortos, dos quais mais de 12 mil são crianças, e quase 70 mil feridos na população palestiniana. Para além da chacina, Israel continua a destruir metodicamente hospitais, escolas, habitações ou locais de culto religioso e a impor um bloqueio que visa privar a população palestiniana de água, alimentos, medicamentos, eletricidade, combustíveis, abrigos.
    A subnutrição e a fome que se fazem sentir de modo agudo na Faixa de Gaza é usada por Israel como arma de guerra para concretizar aquele que é o seu objetivo: reocupar a Faixa de Gaza, assassinando e expulsando a população palestiniana.
    O facto deste veto dos EUA ser imposto no momento em que Israel anuncia um ataque de larga escala contra a cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, junto à fronteira com o Egipto, onde se concentram hoje mais de um milhão e 400 mil pessoas, só pode ser entendido como um apoio à política genocida de Israel e aos crimes que comete e pretende continuar a cometer.
    Importa recordar que Israel é um dos maiores beneficiários de apoio militar dos EUA e que são norte-americanas muitas das armas utilizadas contra a população palestiniana na Faixa de Gaza.
    O CPPC, que realizou ontem ações de esclarecimento e denúncia sobre a dramática situação que se vive na Palestina, reafirma aquelas que são as exigências fundamentais para travar o massacre do povo palestiniano e pôr fim a um conflito que há décadas afeta o Médio Oriente:
    -um cessar-fogo imediato e permanente.
    -a entrada sem limitações da urgente e necessária ajuda humanitária.
    -a reconstrução das infraestruturas na Faixa de Gaza.
    -a criação do Estado da Palestina independente, soberano e viável nas fronteiras anteriores a junho de 1967, com capital em Jerusalém Oriental, e o cumprimento do direito ao regresso dos refugiados palestinianos, como determinam as resoluções da ONU.
    O CPPC continuará a bater-se, e a mobilizar outros, para esta importante causa, indispensável à paz no Médio Oriente e no mundo, uma paz que só será duradoura se for justa, baseada nos direitos inalienáveis dos povos e no respeito pelo direito internacional.
  • Fim à agressão de Israel contra o povo palestino

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena firmemente o massacre perpetrado pelo Exército israelita no dia 30 de Março contra uma marcha de palestinos, matando 16 pessoas e ferindo cerca de 1500, muitas das quais com gravidade. Recorde-se que, no dia seguinte, mais cinquenta palestinos foram baleados pelas forças militares israelitas.

    Assinalando uma efeméride nacional, o Dia da Terra, milhares de palestinos participavam numa marcha pacífica na Faixa de Gaza exigindo o respeito pelo direito dos refugiados palestinos a regressarem aos seus lares de onde foram expulsos, direito há muito afirmado pelas Nações Unidas, mas nunca respeitado por Israel.

  • Fim à agressão israelita

    É preciso parar o terrorismo do governo de Israel

    O método não é novo: de cada vez que o governo de Israel se sente pressionado internacionalmente, ou o povo palestiniano se une para determinar o seu caminho, procura um pretexto para lançar uma onda de violência sobre a população palestiniana. Os pretextos são, com frequência, acções atribuídas ao Hamas, neste caso, o rapto e assassinato de três colonos, acusação rejeitada por esta organização.

    A violência e a morte intensificou-se nos últimos dias, em nome de um direito de "retaliação". Embora a imprensa repita, sem questionar, essa versão, sabemos que se trata, na verdade, de crimes de guerra perpetrados por uma potência ocupante.

    O governo português, como tantos outros, tem-se calado perante mais este massacre contra o povo da Palestina ocupada. Cabe-nos a todos pressionar o governo para que tome posição contra os crimes de guerra de Israel e contra o terror imposto pelas forças de ocupação.

    Por isso, as organizações, subscritoras apelam a uma

    CONCENTRAÇÃO SEGUNDA-FEIRA 14 de Julho, ÀS 18 HORAS

    NO ROSSIO, EM LISBOA

    - Associação de Amizade Portugal-Cuba
    - Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
    - Comité de Solidariedade com a Palestina
    - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
    - Conselho Português para a Paz e Cooperação
    - Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas
    - Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais
    - Juventude Comunista Portuguesa
    - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente
    - União dos Sindicatos de Lisboa

     

  • Fim à agressão israelita - Concentração em Lisboa a 14 de Julho de 2014

    Centenas de pessoas participaram na concentração promovida, ontem, pelo CPPC e um conjunto de ouras organizações portuguesas para exigir o fim da criminosa agressão do governo de Israel à população palestina.

    Ilda Figueiredo, presidente da direcção nacional do CPPC, reafirmou a exigência do fim imediato da operação militar em curso, mas também a necessidade de acabar com ocupação israelita e de que sejam respeitados os direitos do povo palestino à paz, a um estado viável, soberano e independente. Denunciando, ainda, que apenas a conivência dos EUA e da UE permitem que o governo de Israel continua a cometer verdadeiros crimes de guerra.

    O CPPC apela a todos os amantes da Paz, para que se mantenham atentos ao desenrolar da situação, e à necessidade de manter a solidariedade activa para com o povo palestino.

    Palestina vencerá!

  • Fim à agressão! Palestina vencerá!

  • Fim à agressão! Pela Paz!

  • Fim à agressão! Pela Paz!