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paz e desenvolvimento

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    El Sur

    A América Latina será a suprema contradição?

    Recolhe de todos os cantos do mundo pedaços de identidade: o mediterrâneo, o negro, o azul e o vermelho. Retoma sempre que pode a sua própria génese, as suas cores terra e os seus sabores intensos, o seu afã de liberdade e esperança.

    É aqui que mergulha "el Sur". Na força de um continente e no génio dos seus autores, na fronteira entre o Pacífico e o Atlântico.

    O sul é muito mais do que uma coordenada, é uma condição e um modo de vida, é compreender que quando olhamos para baixo, estamos é a olhar para cima, para o urgente tempo que se aproxima e que nos mudará para sempre.

    O grupo é actualmente formado por Rui Galveias na guitarra, Rui Alves na bateria, Francesco Fry di Carlo no acordeão e Tiago Neo no baixo.

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    Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    João Afonso

    Participação especial de João Afonso, como convidado dos Peste & Sida.

    Com uma voz ímpar na música da lusofonia, João Afonso possui um estilo distintivo, marcado pela inovação e pela riqueza das suas composições.

    O primeiro trabalho em nome próprio surgiu em 1997 (“Missangas”) e desde então construiu um coral de canções que leva para palco sempre na companhia de excelentes músicos. Nas suas propostas integram-se concertos mais intimistas e cheios de cumplicidades e espectáculos mais festivos, com histórias musicais de múltiplas sonoridades.

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    Luisa Ortigoso

    Estreia-se como profissional, em teatro, no ano de 1980, tendo trabalhado ao longo destes 38 anos com encenadores como Joaquim Benite, Fernando Gusmão, Peter Shrot e Peter Kleinert , Luzia Maria Martins e Fernando Mora Ramos. Estreou este ano de 2018 o monólogo “Testamento”, do autor irlandês Colm Tóibín e dirigido por Beto Coville onde interpreta Maria.

    Trabalha também para televisão, tendo integrado elencos de várias novelas, (“Anjo Selvagem”, “Tu e Eu”, “A Outra”, “O Sábio”, “Paixão”, só para referir algumas), séries (sendo a mais recente “Bem-Vindos a Beirais”) e telefilmes (“Pelas Próprias Mãos” e “Divino Pecado”). Em cinema fez parte do elenco de “Bad Investigate” (estreado em Janeiro deste ano) e “Portugal não está à Venda” (a estrear em Agosto próximo). Fez regularmente teatro radiofónico, desde a sua estreia como actriz até às últimas produções da RDP. Como actividade paralela, privilegiou o trabalho musical, interpretando (em diferentes espectáculos) temas populares portugueses, Gershwin, Brecht/Weil e Brecht/Eisler, Zeca Afonso e Carlos Azevedo. Dá aulas de oficina teatral desde 1999. Faz ainda, regularmente, workshops de interpretação e coaching.

    Luísa Ortigoso - actriz

  • Concerto pela Paz - Lisboa 2018
    19 de Maio 15h30 - Fórum Lisboa

    PESTE & SIDA

    Composto por João Pedro Almendra (voz), João San Payo (baixo), Luis Varatojo (guitarra) e Fernando Raposo (bateria), o quarteto fundador dos Peste & Sida começou a ensaiar na Galeria Monumental no Verão de 1986. A eles juntou-se Orlando Cohen (guitarra) sendo esta a formação que em quinteto grava os dois primeiros álbuns da banda: o emblemático “Veneno” em 1987 e o muito aclamado “Portem-se Bem!” em 1989 que viria a consagrar a banda levando os Peste & Sida em tournee de norte a sul do país.

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    O Concerto pela Paz, promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), no dia 24 de novembro, com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos, do Teatro Municipal Constantino Nery e das várias organizações e artistas que solidariamente aceitaram participar, esgotou a sala e foi um momento importante de proclamar a uma só voz “ Paz sim! Guerra Não!” e manifestar a solidariedade com povos em luta pelo seu direito soberano de escolher o seu caminho de progresso social e de paz.

    Pelo palco passaram e brilharam muitos agrupamentos de Matosinhos – o grupo Jimi & The Carpets do rock alternativo. A a Academia de Dança de Matosinhos com o seu bailado “De Lugar Nenhum” a alertar os jovens para a maior crise humanitária desde a 2ª Guerra Mundial – a crise dos refugiados. O Ensemble de Sopros e Percussão da Escola de Música Óscar da Silva" e o Órfeão de Matosinhos, todos a darem um importante contributo para a promoção da paz, e a Banda de Matosinhos-Leça a encerrar de modo brilhante este primeiro Concerto pela Paz em Matosinhos que foi apresentado pela jovem Luísa Pina.

    Na sua intervenção, Ilda Figueiredo, presidente da Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação, depois de agradecer a generosidade dos grupos e artistas que participaram e a colaboração e apoio da CM de Matosinhos, dos técnicos do Teatro Constantino Nery e de todos os amigos da paz que ali estavam presentes salientou a importância da defesa da paz, referiu-se ao apelo do Papa Francisco para a eliminação das armas nucleares e anunciou que o CPPC vai lançar nova petição para que Portugal assine e ratifique o Tratado de Proibição das Armas Nucleares (ver base da intervenção).

    Por sua vez, a presidente da Câmara Municipal de Matosinhos também agradeceu a organização e participação de todos no Concerto pela Paz, referiu-se à sua importância na promoção da paz e mostrou a disponibilidade do município no apoio a atividades no âmbito da cultura da paz e da educação para a paz.

    No encerramento, Luisa Pina agradeceu e afirmou que pela Paz, todos não somos demais

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    Foi o magnifico Concerto pela Paz que decorreu no Teatro Rivoli, no Porto, na tarde do passado dia 5 de Janeiro, organizado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, com o apoio da Câmara Municipal do Porto, do Teatro Rivoli e das várias organizações e artistas que solidariamente aceitaram participar, em defesa da Paz, dizendo não às agressões e violências que põem em causa o direito dos povos à felicidade e à Paz.

    Cerca de 700 pessoas ouviram a música da Orquestra Juvenil de Bonjóia, o Bando dos Gambozinos, o Balleteatro, o quarteto de saxofones da Academia de Música de Costa Cabral e o quarteto “Room 204” da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto. A apresentação incluindo a apresentação de poesia foi de Clara Godin e João Tarrafa.

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  • Musico fundador, guitarrista, compositor e letrista dos Cool Hipnoise, vem desde os anos 90 a desenvolver o seu percurso naquilo que é conhecido genericamente como "Música Negra". Criou e tem trabalhado ainda com as bandas Spaceboys, Cais Sodré Funk Connection, Marfa, Combo Nuevo Los Malditos, Rita & O Revólver, assim como colaborou com revistas como a Op, Luso Beat ou a Dif.

    Disc-Jockey desde 1997, tem corrido diversas cabines de salas e festivais por todo o país.

    Faz parte da equipa da rádio Oxigénio 102.6 fm desde o seu início no ano 2000.

  • Os povos vêem crescer as ameaças à Paz em diferentes regiões do mundo. A guerra, com o seu rasto de barbárie e destruição, é cada vez mais utilizada.

    Vivemos um tempo em que aos homens e mulheres amantes da Paz se coloca a exigência de expressar a sua indignação face às guerras de agressão e de, pela sua acção, afirmar a muitas vozes a sua solidariedade com os povos vítimas do colonialismo, de actos de ingerência externa e de conflitos armados, de injustiças e desigualdades sociais, da opressão, do desrespeito da sua soberania e independência nacionais.

    Portugal deve realizar uma política externa em defesa da paz, consentânea com os valores de Abril consagrados na Constituição da República Portuguesa, no respeito dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade.

    Para defender a Paz, todos não somos demais!

  • Os povos vêem crescer as ameaças à Paz em diferentes regiões do mundo. A guerra, com o seu rasto de barbárie e destruição, é cada vez mais utilizada.

    Vivemos um tempo em que aos homens e mulheres amantes da Paz se coloca a exigência de expressar a sua indignação face às guerras de agressão e de, pela sua acção, afirmar a muitas vozes a sua solidariedade com os povos vítimas do colonialismo, de actos de ingerência externa e de conflitos armados, de injustiças e desigualdades sociais, da opressão, do desrespeito da sua soberania e independência nacionais.

  • Concerto pela Paz
    A arte ao serviço da Paz

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) continua empenhado na preparação e realização de Concertos pela Paz, o que tem contado com a generosidade de muitos artistas e colectividades para a promoção de uma cultura de Paz.

    Num momento tão complexo e preocupante como o que se está a viver no plano internacional, sobretudo no Médio Oriente e em África, mas também na Europa, é importante mobilizar para a defesa deste objectivo tão nobre e imprescindível ao futuro da humanidade – a Paz – sem a qual não é possível a liberdade, a democracia, o desenvolvimento e o progresso social.

  • O CPPC promove a 18 de Fevereiro, a partir das 16, no Teatro Municipal Rivoli, no Porto, mais um concerto pela Paz. Participam Miguel Araújo, Ginasiano Escola de Dança, Coral de Letras da Universidade do Porto, Conservatório de Música do Porto e Bando dos Gambozinos.

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    Com a bela sala do Rivoli esgotada, realizou-se no dia 25 de Janeiro, no Porto, o já tradicional Concerto pela Paz. Foi um magnífico espetáculo, que teve a participação generosa e solidária de artistas que colocaram o seu talento, criatividade e arte ao serviço da Paz como Pedro Abrunhosa, o Bando dos Gambozinos, o Coral de Letras da UP, a Orquestra de Jazz do Conservatório de Música do Porto, o coro Vox Populi e o Balleteatro.

    Com uma assistência de mais de 700 pessoas, mais de 150 artistas de todas as idades tocaram cantaram e dançaram, encantando a assistência que aplaudia e participava sempre que era solicitada para tal. E foi-o várias vezes, sobretudo pelo músico Pedro Abrunhosa acompanhado pelo Coral de Letras da Universidade do Porto.

    O Concerto abriu com jovens bailarinos do Balleteatro a interpretar a dança sobre figuras frágeis, figuras transformáveis, a partir de um texto de Mia Couto”A missanga, todas a vêm. Ninguém nota o fio que, em colar vistoso, vai compondo as missangas. Também assim é a voz do poeta: um fio de silêncio, costurando o tempo” e a direção de Raquel Rua.