Outras Notícias

solidariedade

  • Solidariedade com o povo saarauí

    Aquando da visita ao Saara Ocidental do enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas, Christopher Ross, as forças marroquinas reprimiram brutalmente as concentrações pacíficas, promovidas nos dias 19 e 20 de Outubro por activistas saarauís.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação vem, mais uma vez, denunciar as torturas e assassinatos de cidadãos sarauís detidos nas prisões marroquinas.

    Nos últimos dias soube-se da degradação das condições de saúde do preso político sarauí, Mbarek Daoudi, detido na prisão de Salé (Rabat), desde setembro de 2013, e em greve de fome desde o passado dia 1 de Novembro.

    Recordamos ainda que, em Setembro passado, o preso político sarauí, Hassana El Wali, detido na prisão de Dahkla, faleceu devido a negligência médica.

    Após quase quatro décadas desde a violenta e perversa operação militar intitulada de “Marcha Verde”, da qual resultou a ocupaçãoefectiva do território do Saara Ocidental, o povo sarauí ainda sofre as consequências desta colonização.

    É tempo de dizer basta!

  • Solidariedade com o povo turco

    Solidárias com o povo turco e as suas aspirações de liberdade, democracia e justiça social, um conjunto de organizações portuguesas das mais variadas áreas de intervenção promovem na sexta-feira, dia 7, às 18 horas, um acto público de solidariedade junto à embaixada da Turquia em Lisboa (Avenida das Descobertas, 22), onde entregarão uma tomada de posição.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda calorosamente o povo saaraui, assim como o movimento de solidariedade com a justa causa do Saara Ocidental, pela realização da 41.ª edição da Conferência Europeia de Coordenação e Apoio ao Povo Saaraui (EUCOCO), nos próximos dias 18 e 19 de Novembro em Vilanova, Catalunha.

    O CPPC reafirma o seu empenho no reforço do movimento da Paz, da cooperação e de solidariedade, particularmente com os povos vítimas de agressão, e contra o colonialismo e todas as formas de opressão, incluindo de opressão nacional, contra o militarismo e a guerra.

    Os povos têm o direito inalienável de resistir à ocupação e a decidir do seu próprio futuro, como o povo saaraui e a Frente Polisário, a sua legítima representante, que há 41 anos lutam pela liberdade, soberania e independência da sua pátria.

    Reiterando o nosso empenho no respeito e cumprimento do direito à autodeterminação do povo saaraui, desejamos os melhores sucessos para os trabalhos dessa conferência.

    A Direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação

  • O CPPC, a CGTP-IN e o MDM promoveram no dia 21 de Junho, em Lisboa, uma «Sessão Pública de Solidariedade com o Saara Ocidental», na qual participaram dezenas de pessoas. Na base da sessão esteve um documento subscrito por 22 organizações, na qual se exigia uma vez mais o fim da ocupação marroquina do Saara Ocidental e se reafirmava o apoio à luta do povo saarauí pela independência do seu país.

    Na sessão participou o advogado francês Gilles Devers, que colocou uma queixa no Tribunal Europeu de Justiça sustentada nas resoluções da ONU, que consideram o Saara Ocidental um território ocupado ilegalmente pelo reino de Marrocos. Participaram ainda João Ferreira, deputado europeu e membro do Intergrupo de solidariedade com o povo saarauí no Parlamento Europeu, e Ahmed Fal, delegado da Frente Polisário em Portugal.

    Antes da sessão, na qual os representantes das organizações promotoras reafirmaram as suas posições face à questão saarauí, realizou-se uma audiência na Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros da Assembleia da República, em que participaram representantes das organizações portuguesas (entre as quais o CPPC), Gilles Devers e Ahmed Fal.

  • solidariedade com o saara ocidental 5 20200323 1970654669

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, participou no primeiro Fórum Internacional de Juventude em Solidariedade com o Saara Ocidental, que se realizou de 11 a 13 de Março, nos campos de refugiados saarauís em Tindouf, Argélia.

    Com a sua participação, o CPPC reafirmou, uma vez mais, a sua solidariedade de sempre com a justa luta do povo saarauí.

    Leia a intervenção de Sofia Costa, membro da direcção nacional do CPPC, neste fórum:

  •  

    Realizou-se na sede da UPP, no Porto, no passado sábado, dia 4 de Março, uma ação de solidariedade com o Saara Ocidental por ocasião 41 aniversário da RASD. Foi promovida pelo CPPC e FENPROF com participação do Representante da Frente Polisário em Portugal.

    Na sessão que incluiu a exibição de um pequeno filme sobre a repressão marroquina e a luta do povo saaraui pela autonomia e independência, intervieram, entre outros, Ilda Figueiredo pelo CPPC, Henrique Borges pela FENPROF, Ahamed Fal representante da Frente Polisário em Portugal, Moara Crivelente do Cebrapaz, que visitou recentemente os acampamentos saarauis na Argélia.

    Ali se afirmou a determinação de prosseguir ações de solidariedade, designadamente exigindo a libertação dos ativistas saarauis presos nas cadeias marroquinas.

  • solidariedade com o saara ocidental participacao na manifestacao da cgtp in 1 20190726 1415471360

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no passado dia 10, na manifestação convocada pela CGTP-IN.

    Com o CPPC participou na manifestação a delegação da União de Juventude Saarauí (UJSARIO), de visita ao nosso país.

    Ao longo do percurso foram várias as manifestações de apoio dos trabalhadores portugueses à causa do povo saarauí.

  • solidariedade com o saara ocidental reuniao com a interjovem 1 20190726 1152524573

    No quadro da visita a Portugal, a convite do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), de uma delegação da União de Juventude Saarauí (UJSARIO), realizou-se no dia 8 de Julho uma reunião com a INTERJOVEM.

    Na reunião, onde a UJSARIO abordou a situação que se vive atualmente tanto nos acampamentos de refugiados como nos territórios ocupados, da parte da organização portuguesa foi sublinhada a solidariedade ativa da INTERJOVEM e da CGTP-IN que quer em Portugal quer nas organizações e iniciativas internacionais em que participa, nunca esquece a causa saarauí. No trabalho em Portugal foi lembrada a importante cooperação entre a INTERJOVEM e o CPPC.

    #SaaraOcidentalLivre #FreeWesternSahara

  • solidariedade com o saara ocidental 1 20190726 1824976987

    No quadro da visita a Portugal, a convite do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), de uma delegação da União de Juventude Saarauí (UJSARIO), realizou-se no dia 8 de Julho uma reunião com a Juventude Operária Católica (JOC), na sede desta organização.

    Na reunião, em que a JOC e a UJSARIO trocaram informações e experiências, foi manifestado a vontade de ambas organizações aprofundarem o conhecimento e trabalho mútuos.

    #SaaraOcidentalLivre #FreeWesternSahara

  • solidariedade com o saara ocidental reuniao na faculdade de letras da universidade do porto 1 20190726 1281409347

    No quadro da visita a Portugal, a convite do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), de uma delegação da União de Juventude Saarauí (UJSARIO), realizou-se no dia 9 de Julho uma reunião no Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto.

    Nesta reunião foi conhecido o importante trabalho que este centro tem desenvolvido, nomeadamente sobre o Saara Ocidental, estando a ser preparada uma publicação e existindo um protocolo de cooperação com a Universidade de Tifariti, situada nos territórios libertados do Saara Ocidental. O Centro apresentou ainda os projectos em curso, no âmbito do referido protocolo e a vontade de aprofundar a cooperação, nomeadamente com jovens investigadores saarauís.

    #SaaraOcidentalLivre #FreeWesternSahara

  • solidariedade com o saara ocidental sessao publica na unicepe porto 1 20190726 1421572124

    No quadro da visita a Portugal, a convite do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), de uma delegação da União de Juventude Saarauí (UJSARIO), realizou-se no dia 9 de Julho uma Sessão Pública na Unicepe - Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, CRL.

    Na sessão, promovida pelo CPPC com o apoio da UNICEPE e do Sindicato dos Professores do Norte, estiveram na mesa Ilda Figueiredo e Filipe Ferreira, do CPPC, Henrique Borges, do Sindicato dos Professores do Norte, e dois representantes da UJSARIO, Hamdi Taubali e Dakar Abdelfatah.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia o assassinato, no passado dia 15 de Abril, do activista político e sindicalista sarauí, Brahim Saika, pelas autoridades do Reino de Marrocos.

    Detido pelas forças policiais marroquinas em 1 de Abril - pouco antes da realização de uma manifestação de protesto contra as politicas de discriminação e segregação nos territórios ocupados do Sara Ocidental responsáveis pelo elevadíssimo nível de desemprego entre a população sarauí -, Brahim Saika foi torturado durante várias horas. Como protesto contra as arbitrariedades da polícia e os maus tratos e tortura a que estava a ser submetido, Brahim Saika iniciou uma greve de fome.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua preocupação com a evolução muito complexa e de grande incerteza da situação que se vive na Europa e no mundo, com a guerra e as ocupações, com os ataques aos direitos dos povos, designadamente dos refugiados e dos imigrantes de que a ordem de restrição a imigrantes de sete países pelo presidente Donald Trump é um exemplo mais recente.

    Tal como o CPPC denunciou aquando da última Cimeira da NATO, em Varsóvia, no passado mês de Julho de 2016, continua em marcha a corrida aos armamentos, de que é exemplo, na Europa, o reforço das unidades militares integradas na NATO, tendo chegado à Polónia e países nórdicos, como a Noruega, poucos dias antes da saída de Barack Obama da presidência dos EUA, um grande contingente de tropas e equipamentos bélicos norte-americanos, considerado por analistas militares como uma das maiores mobilizações de forças dos EUA na Europa desde o fim da Segunda Guerra. Estes milhares de soldados e material de guerra, designadamente tanques de última geração e mísseis de cruzeiro de longo alcance preparados para transportar ogivas nucleares, vêm reforçar o que já existe noutros países vizinhos da Federação Russa, incluindo, designadamente, Lituânia, Letónia, Estónia, Hungria Roménia e Bulgária, o que está a ser acompanhado do reforço do chamado escudo antimíssil.

  • Conjunto de 25 organizações portuguesas subscreve documento em solidariedade com presos palestinos em greve de fome nas prisões israelitas.

    SOLIDARIEDADE COM OS PRESOS PALESTINOS EM GREVE DA FOME NOS CÁRCERES DE ISRAEL

    Cerca de 1500 palestinos encarcerados nas prisões de Israel por resistirem à ocupação e à repressão lançaram no dia 17 de Abril uma greve da fome designada «greve da liberdade e dignidade».

    A greve da fome é uma medida extrema: privados de outros meios de protesto, os presos usam o seu próprio corpo, põem em risco a sua própria vida para reclamar a melhoria das suas condições e a sua libertação.

    Os presos em greve da fome, de todas as tendências políticas, reivindicam direitos básicos como o direito de telefonar às suas famílias, visitas familiares, o acesso ao ensino superior à distância, cuidados médicos e tratamento adequados e o fim dos regimes de isolamento e de detenção sem acusação nem julgamento.

  • Tendo em conta que, no próximo dia 26 de Dezembro, se irá realizar o julgamento no tribunal civil de Sale, em Rabat, Reino de Marrocos, do grupo de presos políticos saarauís, conhecidos como Grupo de Gdeim Izik, activistas de defesa de direitos humanos e do legítimo direito do povo saarauí à sua auto-determinação, que já tinham sido ilegalmente julgados num tribunal militar marroquino em Fevereiro de 2013, tendo-lhes sido atribuído penas que vão de 20 anos a prisão perpétua, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), na sequência de posições anteriores, reitera a sua solidariedade com os presos políticos saarauís em prisões marroquinas, reivindicando o seu direito à liberdade e chamando a atenção para uma prisão que a Organização das Nações Unidas considera arbitrária (Relatório 2014 do Relator Especial para a detenção arbitrária).

    Recorde-se que estes activistas foram sequestrados, detidos e torturados nos dias e semanas após o brutal desmantelamento, por parte das autoridades marroquinas, do acampamento de protesto Gdeim Izik, nos territórios ocupados do Saara Ocidental, que durante um mês, em 2010, reuniu dezenas de milhares de saarauís, homens, mulheres e crianças num protesto pacifico, para exigirem os seus direitos sociais, económicos e políticos, nomeadamente o direito à auto-determinação.

    O CPPC exige a libertação de todos os presos políticos saarauís das prisões marroquinas e apela às autoridades portuguesas que façam ouvir a sua voz, designadamente junto do governo de Marrocos, na defesa da libertação imediata destes saarauís presos há seis longos anos, na exigência do cumprimento da lei internacional e no reconhecimento efectivo do inalienável direito do povo saarauí a ter o seu próprio Estado, independente e soberano, sem ingerências externas. Esta é a única garantia para a Paz e a estabilidade naquela sensível região do mundo.

    Direcção Nacional do CPPC

  • Parem a desestabilização, fim imediato das guerras e da pilhagem dos recursos.

    O drama dos refugiados no Médio Oriente e em África tem causas e responsáveis.

    Exigimos medidas urgentes e adequadas!

  • Realizou-se, no Porto, uma importante iniciativa de solidariedade com os refugiados vítimas das guerras, ingerências e bombardeamentos que provocam o caos nos seus países. No acto público na baixa do Porto, onde se distribuíram centenas de documentos, foram denunciadas causas e responsáveis por esta tragédia, exigindo-se medidas urgentes e adequadas, tendo por base o direito internacional, os princípios da Carta da ONU e a Constituição da República Portuguesa.

    A iniciativa foi convocada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e pela União dos Sindicatos do Porto (USP), cujos representantes intervieram perante as muitas pessoas que ali se concentraram.

    A presidente do CPPC, Ilda Figueiredo, sublinhou que é necessário "parar a guerra" que destrói as condições básicas de vida dos povos atingidos e está na origem dos mais de 50 milhões de refugiados, segundo números da ONU.

    Ilda Figueiredo denunciou as políticas de agressão e a orientação militarista dos Estados Unidos, da União Europeia, da NATO e de Israel desenvolvidas, por exemplo, na Síria, na Palestina, no Iémen, no Afeganistão e no Iraque.

    Tratam-se de políticas que contam com a cumplicidade e a participação de Portugal, recordou o dirigente da USP, Tiago Oliveira, destacando a cimeira bélica das Lajes (16/3/2003), na qual George W. Bush, Tony Blair, Jose Maria Aznar e Durão Barroso "decidiram" a invasão do Iraque, desencadeada quatro dias depois, por causa de "armas de destruição maciça" que não existiam.

    No final, os presentes gritaram: PAZ sim, guerra Não.