Outras Notícias

Venezuela

  • Armas

    Os grupos violentos da "oposição" venezuelana recorrem cada vez mais a armas, incluindo armas improvisadas, como morteiros e artefactos explosivos. Estas armas têm sido responsáveis por muitos feridos e várias mortes, incluindo entre os próprios membros dos grupos terroristas, nomeadamente os que manejam esses artefactos.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Bombas incendiárias

    Os grupos violentos da "oposição" venezuelana recorrem frequentemente a "coktails molotov" nos ataques. Causando destruição de infraestruturas e equipamentos e provocando graves ferimentos em inúmeras pessoas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • Conhecidas figuras da denominada oposição instigam, provocam e são responsáveis pela acção dos grupos terroristas.

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    Não ao Terrorismo Golpista
    Solidariedade com a Revolução Bolivariana

    A República Bolivariana da Venezuela está a ser vítima de uma violenta acção de ingerência externa e desestabilização golpista que – procurando tirar partido de problemas económicos e provocando activamente o seu agravamento –, pretende interromper e destruir o processo de avanços democráticos, económicos, sociais, políticos e culturais e de afirmação de vontade soberana e independência nacional iniciado em 1998 e consagrado na Constituição venezuelana de 1999.

  • nao as ingerencias e ameacas contra a venezuela 1 20190116 1310220283

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia frontalmente as ingerências e ameaças que estão a ser desencadeadas contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano a propósito da tomada de posse do Presidente Nicolás Maduro, hoje realizada.

    Às severas sanções e bloqueio económico, financeiro e comercial dos EUA, somam-se agora as inaceitáveis declarações e medidas de países do denominado 'Grupo de Lima', acompanhadas pela União Europeia, que afirmam não reconhecer a legitimidade do resultado eleitoral de 20 Maio de 2018, que deu um amplo apoio à reeleição do Presidente Maduro, face a uma parte da oposição totalmente submetida já não só aos interesses como às ordens vindas dos Estados Unidos da América.

  • novo banco bloqueia ilegalmente 1500 milhoes de euros do estado venezuelano 1 20190510 2082912112

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) apoia o apelo entregue, no passado dia 2 de Maio, na Embaixada de Portugal, na Venezuela, subscrito por várias organizações não-governamentais venezuelanas, para que o Estado português, cumprindo a sua obrigação, intervenha junto do Novo Banco para que este liberte os mais 1500 milhões de euros do Estado Venezuelano ilegalmente retidos por este banco e que efectue as ordens de pagamento que, na sua generalidade, se destinam ao pagamento de medicamentos, serviços de saúde, alimentos e outros bens de primeira necessidade de que o povo venezuelano tanto necessita.

  • o cppc condena o atentado terrorista contra o presidente da republica bolivariana da venezuela 1 20180808 1527405169

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação, condena o atentado terrorista contra o presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro, e outros altos dirigentes venezuelanos, ocorrido no passado sábado, dia 4 de Agosto, em Caracas.

    Este atentado eleva a um novo e perigoso patamar as manobras e campanhas da direita reaccionária e do imperialismo, que visam desestabilizar a Venezuela e derrubar o legítimo governo venezulano, presidido por Nicolas Maduro.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a vitória das forças bolivarianas da Venezuela nas recentes eleições municipais realizadas neste país, demonstração da determinação do povo venezuelano em prosseguir a defesa do caminho da soberania, do progresso social, da justiça e da paz.

    Este resultado, reafirma a rejeição por parte da maioria do povo venezuelano da violência dos grupos armados golpistas, da descarada e inaceitável acção de ingerência e ameaças de intervenção dos EUA contra a Venezuela, do constante boicote económico e bloqueio financeiro que estes promovem para – tirando partido da baixa do preço do petróleo e das dificuldades por que passa este país latino-americano – procurarem desestabilizar e agudizar a situação económica venezuelana, uma acção que tanto afecta o povo venezuelano e a comunidade portuguesa residente neste país.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) congratula-se e saúda o povo venezuelano pela forma como decorreram as recentes eleições regionais na República Bolivariana da Venezuela, que tiveram lugar no passado dia 15 de Outubro.

    Nesta eleições votaram mais de 60% dos eleitores, em mais de 40 mil mesas e centros eleitorais, tendo a coligação Grande Pólo Patriótico – constituída pelo Partido Socialista Unido da Venezuela e mais nove outras forças políticas – conquistado 18 dos 23 estados, tendo alcançado 54% dos votos.

    Trata-se de um resultado que – na continuidade da eleição da Assembleia Nacional Constituinte – reafirma a clara rejeição por parte da maioria do povo venezuelano da violência dos grupos armados golpistas, da descarada e inaceitável acção de ingerência e ameaças de intervenção dos EUA contra a Venezuela, e do constante boicote económico e bloqueio financeiro que promove. O povo venezuelano não quer voltar para trás.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação associa-se à iniciativa "Pela retirada imediata da ordem executiva contra a Venezuela" e apela à subscrição do texto abaixo, através da ligação www.change.org/p/presidente-de-ee-uu-barack-obama-retiro-in…

    "OBAMA, A VENEZUELA NÃO É UMA AMEAÇA

    PELA RETIRADA IMEDIATA DA ORDEM EXECUTIVA CONTRA A VENEZUELA

    Nós, amantes da paz, dirigimos um apelo ao governo dos EUA para que assuma as suas obrigações internacionais, no respeito pela autodeterminação dos povos e ao direito destes decidirem livremente o seu caminho.

    No dia 9 de Março fomos surpreendidos pela Ordem Executiva emitida pelo presidente Obama através da qual “declara uma emergência nacional perante a ameaça inusual e extraordinária para a segurança nacional e a política externa dos Estados Unidos representada pela situação na Venezuela.”

    Esta declaração é ainda mais surpreendente ao ser feita dois dias após a União de Nações do Sul (UNASUR), órgão de integração regional, ter estado na Venezuela e reunido com todos os poderes públicos deste país, reunido com vários representantes dos diversos partidos da oposição, o que representou um apoio à democracia venezuelana e às eleições parlamentares previstas para o final do ano.

    Destacamos, ainda, que a presença do Secretário Geral da UNASUR e dos ministros dos negócios estrangeiros do Equador, da Colômbia, do Brasil e do Uruguai, aconteceu por iniciativa do próprio Presidente da República Bolivariana da Venezuela, que desde o início do ano pediu a participação deste organismo para que facilite o diálogo com o governo dos EUA.

    Nem as sanções, nem os bloqueios, nem as agressões armadas são caminhos para um diálogo verdadeiro. A história já demonstrou, como o admitiu o governo de Obama, no passado dia 17 de Dezembro em relação a Cuba, que essas são políticas ineficientes e que só prejudicam os povos.

    Nós, amantes da PAZ e acérrimos inimigos da GUERRA, opomo-nos a estas acções e apelamos a que o Presidente Barack Obama retire a Ordem Executiva contra a Venezuela e normalize as relações diplomáticas com o governo, legitimamente eleito, do Presidente Nicolás Maduro, com base no respeito mútuo e no princípio da não ingerência nos assuntos internos de outros países."

    ‪#‎ObamaDerogaElDecretoYa‬

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação que se associou à iniciativa internacional pela retirada imediata da ordem executiva contra a Venezuela, apelando à subscrição do texto "Obama, a Venezuela não é uma ameaça", divulga abaixo um conjunto de personalidades portuguesas, que apoiam esta iniciativa.

    O conjunto das assinaturas recolhidas em todo o mundo será apresentado durante a Cimeira das Américas que decorre na cidade do Panamá a 10 e 11 de Abril.

    Reafirmando a sua Solidariedade com a Revolução Bolivariana o CPPC recorda ainda a iniciativa que decorrerá hoje na Casa da Paz (Rua Rodrigo da Fonseca, 56 -2º - Lisboa), pelas 18h, com a projecção do documentário "Um Golpe e uma Carta".

  • organizacoes venezuelanas pedem o desbloqueio de fundos ilegalmente retidos pelo novo banco 1 20190510 1510798838

    Solidário com os seus objectivos o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) divulga carta de 19 organizações de defesa dos Direitos Humanos e movimentos sociais venezuelanos, entregue no passado dia 2 de Maio na Embaixada de Portugal na Venezuela, com o pedido de que o Governo português actue para que sejam desbloqueados 1543 milhões de euros do Estado Venezuelano, ilegalmente bloqueados no Novo Banco.

  • O Parlamento Europeu atribuiu o prémio Sakharov aos sectores que têm protagonizado a violência golpista na Venezuela e que são responsáveis por dezenas de vitimas entre a população venezuelana.

    Significativamente, um dos laureados é Leopoldo López. Recorde-se que Leopoldo López foi condenado por desvio de dinheiro da empresa estatal de petróleo da Venezuela e do Município de Chacao, que dirigiu entre 2000 e 2008. Foi Leopoldo López que encabeçou a manifestação contra o Palácio de Miraflores, que originou dezenas de mortos e que serviu de pretexto para desencadear o golpe de Estado que, em 2002, afastou por 3 dias o Presidente Hugo Chávez. Leopoldo López foi igualmente um dos principais instigadores das acções de violência em 2014, que incluíram as barricadas conhecidas como “guarimbas”, das quais resultaram 43 mortos. É na sequência da sua responsabilidade perante esta acção terrorista que Leopoldo López foi condenado a 13 anos de prisão em 2015.

  • pela paz solidariedade com a revolucao bolivariana coimbra 1 20190422 2069933263

    Belo ato de solidariedade com a Revolução Bolivariana, aconteceu na Casa da Cultura de Coimbra.

    Muitos amantes da PAZ defenderam a cooperação entre os povos e manifestaram-se contra a ingerência imperialista dos Estados Unidos da América (EUA), nos assuntos internos da Venezuela. Os ativistas da Paz, responderam ao apelo do Conselho Português para a Paz e Cooperação(CPPC) e participaram neste “Ato Político-Cultural” demonstrando que a Venezuela não está só. Participaram também reconhecidos artistas - João Queirós, Catarina Moura, Luís Pedro Madeira e Rui Damasceno – que, desta forma, expressaram a sua solidariedade com a Venezuela Bolivariana.

  • pela paz solidariedade com a revolucao bolivariana 1 20190208 1843720293

  • pela pazsolidariedade com a revolucao bolivariana coimbra 1 20190410 1084360608

  • A presidente do Conselho Mundial da Paz (CMP), Socorro Gomes, emitiu uma nota de solidariedade ao povo venezuelano na passada sexta-feira (30 de Junho), perante a intensificação da tentativa golpista no país e à inflamada retórica imperialista contra a Venezuela. Socorro Gomes reafirmou o apoio do CMP à defesa da soberania nacional e à resistência contra a ingerência estrangeira, que tem apoiado e promovido os avanços das forças reacionárias no país, culminando nos recentes ataques a dois edifícios governamentais, a 27 de Junho.

  • A presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, emitiu uma declaração nesta segunda-feira (31) e enviou felicitações ao governo bolivariano da Venezuela pelo êxito da eleição para a Assembleia Nacional Constituinte.

    “Saudamos o povo venezuelano pela vitória na eleição da Assembleia Nacional Constituinte

    É com alegria e confiança que recebemos a notícia dos resultados das eleições democráticas na Venezuela para a composição da Assembleia Nacional Constituinte, convocada de forma legítima e soberana. Estamos seguros de que este magnífico resultado cria melhores condições para restabelecer a paz no país e alcançar a estabilidade política. Igualmente, dá mais força ao povo venezuelano e ao governo bolivariano para resistir à ingerência imperialista dos Estados Unidos e seus aliados e aos intentos golpistas da oligarquia reacionária e antipatriótica.

  • respeitar a soberania e a vontade do povo venezuelano 1 20180527 1139991019

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda o povo venezuelano pela importante demonstração de soberania e patriotismo dada no passado domingo, 20 de Maio, nas eleições presidenciais onde votaram cerca de metade dos cidadãos eleitores (48%), tendo Nicolás Maduro obtido 68% dos votos expressos.

    Perante a conspiração e as ameaças externas e internas, o povo venezuelano mostrou a sua determinação em prosseguir, soberana e democraticamente, o caminho que livremente escolheu: da paz, do progresso social, da cooperação com todos os povos, nomeadamente os da América Latina.

  • respeite se o direito internacional e a constituicao de abril 1 20190619 1151166933

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia firmemente as declarações do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, que constituem uma ameaça directa à República Bolivariana da Venezuela e uma inaceitável ingerência nos assuntos internos de um país soberano.

    Ao fazer depender uma não intervenção militar externa no pais sul-americano da realização de eleições, o ministro português associa vergonhosamente o nome de Portugal aos que pretendem, a todo o custo, derrubar o governo legítimo da Venezuela para, assim, inverter as conquistas políticas, económicas, sociais e culturais alcançadas nos últimos 20 anos pela Revolução Bolivariana e colocar os vastos recursos naturais do país ao serviço de interesses estrangeiros, em particular dos EUA.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação congratula-se com mais uma importante vitória de Cuba na Assembleia–Geral da ONU na luta contra o bloqueio económico que o governo dos EUA continua a impor aos cubanos e ao Mundo, dado o seu carácter extra-territorial. Foi no passado dia 28 de Outubro que, mais uma vez, com 188 votos a favor, e pela vigésima terceira vez consecutiva, a Assembleia-Geral das Nações Unidas solicitou aos Estados Unidos da América que ponha fim ao bloqueio económico, comercial e financeiro contra Cuba.