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Os principais tópicos da Cimeira da NATO foram apresentados dia 28 de Maio pelo seu Secretário-geral, Jens Stoltenberg, na assembleia parlamentar daquela organização militar.
Por mais que os tenha procurado dissimular, sob 'pacíficas' palavras, os objectivos belicistas são evidentes.

Nesta Cimeira os líderes da NATO vão debater, entre outros aspectos:

- o gradual aumento das despesas militares dos membros europeus da NATO para dois por cento do seu Produto Interno Bruto, até 2024;
- a presença militar da NATO no Afeganistão, no Iraque e na Líbia, países destruídos por guerras de agressão da responsabilidade da NATO e de seus membros;
- o reforço do estacionamento de forças militares da NATO, incluindo dos EUA, no Leste da Europa, visando a Federação Russa;
- o reforço da União Europeia como «pilar europeu» da NATO, sendo que a militarização da UE – que avançou consideravelmente nos últimos meses – é apontada como complementar à NATO, que se mantém como 'tutora' e principal organização de cariz militar.

Stoltenberg aponta como objectivo no quadro da NATO, e de forma propagandista, a existência de 30 batalhões mecanizados, de 30 esquadrões aéreos e de 30 navios de combate, que possam estar em 30 dias prontos para combate.