Dia da Dignidade Nacional
Dia da Dignidade Nacional - 4 de Fevereiro de 1992 Comemoração do 23º aniversário do Movimento Civico-Militar

Dia da Dignidade Nacional - 4 de Fevereiro de 1992 Comemoração do 23º aniversário do Movimento Civico-Militar


Celebra-se hoje, 30 de Janeiro, o Dia Escolar da Não-Violência e da Paz, criado por iniciativa do poeta, pedagogo e pacifista espanhol Llorenç Vidal. Desde 1964 que a celebração deste dia pretende sensibilizar políticos, governantes, pais, educadores, professores e jovens para a necessidade de uma educação permanente pela não-violência e pela paz.
A comemoração deste dia vai de encontro ao espírito do Preâmbulo da Constituição da UNESCO, que consagra a necessidade de educar para a solidariedade e para o respeito pelos outros, porque «uma vez que as guerras nascem na mente dos homens, é na mente dos homens que deve edificar-se a paz». A escolha do dia, longe de ser um acaso, recaiu na data do assassinato de Mahatma Ghandi, dirigente político indiano, intransigente defensor da paz, da não violência, da justiça e da tolerância entre os povos.
Realizou-se ontem, dia 28 de Janeiro, na Casa do Alentejo em Lisboa o Colóquio "A Situação Internacional e a Luta pela Paz".
Na iniciativa que contou com grande participação do público e com as intervenções dos quatro oradores, Ilda Figueiredo (Presidente da Direcção Nacional do CPPC), Carlos Almeida (Investigador), José Goulão (Jornalista) e Pedro Pezarat Correia (Major General na reserva), foi chamada a atenção para a complexidade e volatilidade da situação internacional actual e sublinhada a urgência da luta pela Paz.

No ano em que se assinala o 70º aniversário da vitória sobre o nazi fascismo, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) assinala a libertação do complexo de Auschwitz, incluindo o seu campo de concentração e extermínio, pelo Exército Vermelho, ocorrida há 70 anos, a 27 de Janeiro de 1945.
O CPPC assinala esta data, que a ONU designou como o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, recordando todas as vitimas da barbárie nazi-fascista que foram fria e sistematicamente massacradas, os democratas, os anti-fascistas, todos os que foram assassinados pelas suas convicções políticas, religiosas, pela sua etnia, pela sua condição de seres humanos.
Intervindo resolutamente para que tal horror nunca mais aconteça, o CPPC expressa a sua condenação de todas as manifestações de xenofobia, intolerância, incitação, assédio ou violência contra pessoas ou comunidades.
O CPPC denuncia como a imposição de políticas de exploração e de guerra, que condenam os povos à pobreza e à fome, são as mesmas políticas que geram, alimentam e apoiam abertamente forças racistas e xenófobas, como instrumentos de desestabilização e ingerência, de que são exemplos as agressões aos povos da Palestina, da Síria, do Iraque ou da Ucrânia.
Recordando uma vez mais todas as vítimas do nazi-fascismo, o CPPC sublinha que todos os dias são dias de memória e de luta por um futuro melhor, mais justo e de paz.
Direcção Nacional do CPPC
27 Janeiro de 2015
