Outras Notícias

América Latina

  • Casa da Paz recebeu Exposição de Armando Reverón

    No passado dia 17 de Setembro, o CPPC acolheu, na Casa da Paz em Lisboa, a inauguração pela Embaixada da República Bolivariana da Venezuela da exposição em honra do artista plástico venezuelano, Armando Reverón.

    Na iniciativa em que participou o Sr. Embaixador da Venezuela em Portugal, também estiveram presentes, representantes de missões diplomáticas e outras organizações, para além de público em geral.

    A exposição estará presente em 50 cidades de todo o mundo, e realiza-se no marco da transladação dos restos mortais do artista para o Panteão Nacional que ocorreu no passado dia 18.

     

     

     

  • Em Portugal, Solidariedade com a Venezuela Bolivariana

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    A solidariedade com a Revolução Bolivariana e o povo venezuelano esteve em força no acto político e cultural que se realizou dia 22 de Fevereiro no salão da «A Voz do Operário», em Lisboa.

    A defesa da Paz, da soberania e independência da República Bolivariana da Venezuela, do direito do povo da Venezuela a decidir o seu caminho – livre de ingerências e ameaças de agressão, de chantagens, sanções e bloqueios – pulsou de forma vibrante e sentida, ultrapassando a distância que, afinal, mais do que separar, une o povo português ao povo venezuelano.

    Neste acto de solidariedade intervieram Ilda Figueiredo, do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), e Augusto Praça, da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN), em representação das dezenas de organizações portuguesas envolvidas na sua convocação, assim como os embaixadores da República de Cuba, Mercedes Martínez, e da República Bolivariana da Venezuela, Lucas Rincón Romero.

  • Não ao Bloqueio! Respeito pela soberania da Venezuela!

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    O conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no passado dia 10 de Agosto, num ato público de repúdio pelas novas medidas de agressão dos EUA contra o povo venezuelano.

    A administração Trump, vendo falharem varias tentativas de golpe, que promoveu e apoiou, aposta no agravar das sanções e do consequente sofrimento do povo venezuelano, para procurar derrubar o legítimo governo de Nicolas Maduro, procurando derrotar a capacidade de resistência de um processo soberano, democrático e de conteúdo progressista que colocou as imensas riquezas da Venezuela ao serviço do desenvolvimento económico, social e cultural do povo venezuelano, que ajudou a construir caminhos de cooperação entre países da América Latina, mutuamente vantajosos e libertos da alçada dos EUA, um processo que afirmou a sua determinação em seguir um caminho livremente escolhido pelo povo venezuelano, sem ingerências nem interferências exteriores.

    Na iniciativa o CPPC saudou a resistência do povo venezuelano em defesa da sua Revolução Bolivariana, denunciando as ilegais acções da Administração dos EUA e a vergonhosa subserviência que o Governo português tem demonstrado perante as mesmas.

    #NoMasTrump #NoMoreTrump #TrumpDesbloqueaaVenezuela #TrumpUnblockVenezuela #ManosFueradeVenezuela #HandsOffVenezuela

  • Semana Cultural da Venezuela - Setúbal 17 de Outubro 2016

    Iniciou-se em Setúbal, na passada segunda-feira, na antiga Escola Conde Ferreira, a semana cultural da Venezuela promovida pela Embaixada da República Bolivariana da Venezuela e pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), com apoio da União das Freguesias de Setúbal. A primeira actividade consistiu na inauguração da Exposição "Reverón Luz de Venezuela", que ficará patente ao público até sexta-feira, 21 de Outubro.

    Esta exposição consiste em catorze as obras de pintura de Armando Reverón evocativas dos 125 anos do seu nascimento e da sua militância, entre 1912 e 1920, no famoso agrupamento "Círculo de Bellas Artes", em oposição à "Academia de Artes e seus dogmas", segundo a expressão de Juan Calzadilla.

    Perante dirigentes do Conselho Português para a Paz e Cooperação, representantes da Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC), da Delegação da União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), Fernando Casaca, encenador do Teatro do Elefante e um colectivo de marinheiros do petroleiro Luisa Cáceres de Arismendi, em reparação na Lisnave, entre outros, tomaram a palavra o Embaixador da Venezuela, General Lucas Rincón Romero e Rui Canas, Presidente da União de Freguesias de Setúbal.

    A semana cultural continua na 4ª feira pelas 18h com a conferência "Venezuela e a Revolução Bolivariana" e encerra na sexta, pelas 18h00, com a exibição do filme "Mirada al Mar".

  • Solidariedade com a América Latina

    Na Conferência realizada pelo CPPC no dia 16 de Novembro, em Lisboa, reafirmou-se a solidariedade aos povos da América Latina e Caraíbas que se batem pelo seu direito ao desenvolvimento soberano. Os participantes empunharam cartazes alusivos às situações concretas vividas na Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba e Venezuela.

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  • Solidariedade com os Povos da Venezuela e da América Latina

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação promoveu, no passada sexta-feira dia 3, uma sessão de solidariedade com o povo Venezuela e restante América Latina.

    A sesão foi um momento para aprofundar o conhecimento sobre a situação que se vive naquela região no marco do 4º aniversário do falecimento de Hugo Chávez a quem foi prestada homenagem com um momento de poesia dita por Rui Lobo e Manuel Diogo.

    A mesa presidida por Baptista Alves Vice-presidente da Direcção Nacional do CPPC contou com a presença do Ex.mo Senhor Embaixador da República Bolivariana da Venezuela, João Barreiros do Departamento Internacional da CGTP-IN e Augusto Fidalgo da Associação de Amizade Portugal-Cuba, na sessão estiveram ainda presentes as Embaixadas de Cuba e da República Dominicana.

  • "É preciso defender o diálogo soberano e a paz na Nicarágua contra a ingerência estrangeira"

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    Divulgamos texto de Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz, publicado pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz.

    "É preciso defender o diálogo soberano e a paz na Nicarágua contra a ingerência estrangeira

    A escalada da crise na Nicarágua tem atraído redobrada atenção das forças populares e da paz na América Latina e Caribe e em todo o mundo. Já se evidenciam os contornos da ingerência externa, em particular, estadunidense, na disputa política doméstica que, de reivindicações legítimas no plano econômico, escalou para a violência que hoje se verifica nas ruas, apesar dos apelos do governo do presidente Daniel Ortega pelo diálogo e dos compromissos que fez.

  • «Este impeachment é um golpe, não tem base constitucional»

    Gleisi Hoffman, senadora do Partido dos Trabalhadores (Brasil)

    «A Presidente Dilma foi afastada pelo Senado da República num processo de impeachment, que nós consideramos um golpe, por não ter base constitucional. Acusam a Presidente de um crime que não existe. A sua destituição foi casuística, foi pensada para a incriminar e só vai servir para ela, para este caso, porque não configura um crime de responsabilidade.
    A presidente teve 54 milhões de votos e quem assume hoje o poder, para além de não ter recebido quaisquer votos dos brasileiros, mudou radicalmente o programa que foi eleito nas urnas em 2014: nós hoje temos um vice-presidente que assumiu interinamente com um programa económico liberal e posições conservadoras nas áreas sociais, políticas e de comportamento.

  • «Lançámos uma acção organizativa interna, para defender a soberania e a democracia»

    Dario Vivas, deputado do Partido Socialista Unido da Venezuela

    «Está neste momento em curso uma forte campanha mediática de desqualificação e calúnias contra a República Bolivariana da Venezuela e a sua revolução. Dizem que somos uma ditadura, mas a oposição concorre a eleições e até as vence, como sucedeu em Novembro de 2015. A direita no nosso país tem governadores, autarcas e deputados, mas apesar disso grandes órgãos de comunicação social nacionais e estrangeiros recorrem a esta mentira para tentar desqualificar a revolução bolivariana.
    Isto não é novo para nós, pois desde há 17 anos, quando o Comandante Supremo Hugo Chávez ganhou pela primeira vez as eleições presidenciais, que se trava uma guerra contra a estabilidade democrática do país, agravada após o falecimento, em 2013, do nosso Comandante Supremo. Em 2014, o companheiro Nicolás Maduro mereceu o voto universal, directo e secreto da maioria do povo venezuelano e foi eleito Presidente da República. Mas a direita, que quer retomar o poder a todo o custo, gerou de imediato uma onda de violência que provocou vários mortos.
    A campanha mediática foi retomada e intensificada e foi lançada uma guerra económica contra o país, em que empresários ligados ao grande capital escondem da população os alimentos e os medicamentos, o que tem graves consequências sociais. O presidente Barack Obama pôs-se à frente desta campanha, aprovando um decreto que considera a Venezuela uma ameaça inusual e extraordinária à segurança dos EUA, o que é ridículo, pois a verdadeira ameaça é o imperialismo norte-americano, contra a estabilidade, a democracia e a independência da nossa pátria. Também Álvaro Uribe e John Kerry vieram a público defender uma intervenção armada contra o nosso país.
    Da nossa parte, decidimos lançar uma acção organizativa interna, de modo a estarmos preparados para defender a nossa pátria de qualquer intervenção externa e para defender a democracia participativa, a democracia do povo. Estamos também a procurar dinamizar um clima de participação e poder popular na nossa pátria.»

    (Depoimento recolhido na sessão de solidariedade com a América Latina realizada no dia 17 de Maio na Casa do Alentejo, em Lisboa)

  • 15º aniversário da detenção dos patriotas cubanos

     
    No passado dia 12 de Setembro cerca de 100 pessoas assinalaram o 15º aniversário da detenção dos patriotas cubanos, pelas autoridades norte-americanas, com a exigência da libertação imediata dos 4 cidadãos cubanos que ainda permanecem presos.
    A concentração, promovida por um conjunto de organizações portuguesas, entre as quais o CPPC, contou também com a presença dos embaixadores de Cuba e da Venezuela.


  • 205º aniversário do início da luta pela independência da Venezuela

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação esteve hoje presente na iniciativa promovida pela embaixada da República Bolivariana da Venezuela, junto ao busto do libertador Simon Bolívar em Lisboa, para assinalar o 205º aniversário do início da luta pela independência da Venezuela.

    Participaram na iniciativa dezenas de pessoas, incluindo representantes de várias organizações e do corpo diplomático.

     

     

     

     

  • 22º aniversário do movimento civico-militar de 4 de Fevereiro de 1992

    O CPPC participou na iniciativa promovida pela Embaixada da República Bolivariana da Venezuela, para assinalar o 22º aniversário do movimento civico-militar de 4 de Fevereiro de 1992.

    Nesta iniciativa foi projectado o documentário "4 de Fevereiro - A Quixotada", que apresenta o ponto de vista de vários dos protagonistas do movimento civico-militar e como amplas camadas da população, nomeadamente as mais desfavorecidas, apoiaram o movimento e o seu líder, o então Tenente Coronel Hugo Chávez.

    Na sequência da projecção do documentário o Exmo. Sr Embaixador da Venezuela, falou ainda sobre a evolução da situação, o momento actual na Venezuela e as conquistas da Revolução Bolivariana.

  • 2ª edição da Taça Hugo Cháves em Portugal

    No passado dia 28, no Estádio 1º de Maio, em Lisboa, decorreu a 2ª edição da Taça Hugo Cháves em Portugal, o jogo de futebol promovido pelo Consulado Geral da Venezuela em Portugal, juntou duas equipas que incluíram, activistas do CPPC, cidadãos venezuelanos e outros amigos da Revolução Bolivariana.

    O encontro, que primou pelo clima festivo e de amizade, assinalou a data do aniversário de Hugo Chávez e o ideal por si defendido da prática do desporto como um direito e parte fundamental do desenvolvimento do ser humano como um todo.

  • A criminosa recusa de apoio do FMI à Venezuela para fazer face à COVID-19

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    O Fundo Monetário Internacional (FMI) rejeitou o pedido de empréstimo de 5 mil milhões de dólares, feito pelo governo venezuelano para prevenir e enfrentar a crise de saúde pública causada pela COVID-19.

    De forma inaceitável e ilegal, este organismo financeiro internacional sustenta a sua recusa de apoio com a alegada falta de «legitimidade» do governo de Nicolas Maduro, dando assim cobertura à manobra de desestabilização e golpista dos EUA contra o país sul-americano, em clara afronta à Carta das Nações Unidas e ao direito internacional.

    Os recursos solicitados ao FMI contribuiriam para robustecer os sistemas de deteção e resposta à doença COVID-19, que já provocou milhares de mortes em todo o mundo. Este é um momento «crucial», em que medidas «rápidas e enérgicas» devem ser tomadas, acrescentam as autoridades venezuelanas.

    Recordando que a Venezuela é afetada, há anos, por ilegais sanções e bloqueio económico e financeiro impostos pelos EUA e seus aliados, a inaceitável e criminosa postura do FMI torna, mais uma vez claro, quer os interesses quer a natureza das organizações internacionais ligadas aos EUA.

  • A REVOLUÇÃO BOLIVARIANA NÃO ESTÁ SÓ!

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  • A Venezuela não é uma ameaça!

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação participou no lançamento, em Lisboa, da campanha de recolha assinaturas pela retirada da nota presidencial de Barack Obama, que reforçou as sanções contra a República Bolivariana da Venezuela, considerando que esta representa uma "ameaça inusual e extraordinária à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos". Uma nota que consiste em mais um grave passo na continuada campanha de pressão e ingerência que os EUA têm dirigido contra o povo venezuelano.
    Nesta iniciativa participaram dezenas de portugueses e também de venezuelanos que se encontram no nosso país.
    Lembramos que pode apoiar esta iniciativa em www.change.org/p/presidente-de-ee-uu-barack-obama-retiro-in…

  • Acção de solidariedade com o povo da Venezuela

    A Venezuela está a ser alvo de uma acção de ingerência e  desestabilização que, explorando reais problemas económicos, visa paralisar a acção do seu legítimo governo, confrontar a Constituição venezuelana e atacar o processo bolivariano e as suas realizações.

     Não são os interesses do povo venezuelano que estão por detrás do boicote económico, açambarcamento e especulação. Não são os valores democráticos que estão por detrás dos actos de violência com que grupos reaccionários e de extrema direita tentam lançar o caos naquele País. Não é a verdade que se defende quando se apresenta como opressor um governo democraticamente eleito que tenta manter a ordem e assume a defesa da lei e da Constituição. Não são os interesses da Venezuela e os valores da paz que estão por detrás das acções de uma “oposição” que instiga à agressão externa contra a Venezuela.

  • Acto público em apoio à democracia no Brasil

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    Ontem, 15 de Agosto, dia em que Lula da Silva oficializou a sua candidatura, o CPPC participou, com várias outras organizações, no Largo Camões em Lisboa, no acto público em apoio à democracia no Brasil e ao direito a Lula da Silva sair em liberdade e poder se candidatar, em pé de igualdade com os restantes candidatos, às eleições presidenciais no Brasil.

  • Acto público no Porto de Solidariedade com o povo brasileiro

    Foi com determinação que hoje, 13 de Abril, também no Porto, se juntaram portugueses e brasileiros num Acto público, em frente ao Consulado do Brasil. Foi
    uma manifestação de solidariedade com o povo brasileiro, em defesa da democracia e de protesto face à grave evolução da situação no Brasil, nomeadamente com a prisão de Lula da Silva, que constitui mais um passo no desenrolar do golpe de Estado institucional iniciado em 2016, com o escandaloso afastamento da legítima Presidente Dilma Rousseff.

  • Agressão em tempo de pandemia, alerta Nicolas Maduro em Carta aos Povos do Mundo

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    O presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolas Maduro, numa carta dirigida aos povos do Mundo denuncia as graves ameaças perpetradas pelos Estados Unidos da América contra a «paz e a estabilidade da Venezuela, numa época em que a preocupação dos Estados e dos governos deve se concentrar na proteção da vida e a saúde de seus habitantes, devido à aceleração da pandemia da COVID-19».

    O dirigente bolivariano referia-se, designadamente, à acusação formal perante o sistema judicial dos EUA de altos funcionários do Estado venezuelano, incluindo o próprio presidente, pela falaciosa acusação de narcotráfico e terrorismo. Trata-se, garante, de uma «pantomina» que poderá levar a um «perigoso momento de tensão no continente [americano]».