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saudação

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) sauda o 41º aniversário da República Árabe Sarauí Democrática e reafirma ao povo Sarauí e à Frente Polisário – sua legítima representante – a sua solidariedade na luta pelo direito de viverem na sua pátria livre e soberana.

    Para assinalar esta data o CPPC em conjunto com a FENPROF realizam, no Porto, no próximo dia 4 de Março, na UPP, uma sessão comemorativa que contará também com a participação do Representante da Frente Polisário em Portugal, Ahamed Fal.
    Recorde-se que foi a 27 de Fevereiro de 1976, na cidade de Bir Lehlu, território livre do Sara Ocidental, que a Frente POLISÁRIO, em representação do povo sarauí e no respeito pela Resolução 1514 aprovada pela Organização das Nações Unidas, proclamou a constituição de um Estado livre, independente e soberano denominado República Árabe Sarauí Democrática, assumindo a responsabilidade de recuperar a integridade territorial e a soberania da sua pátria ocupada militarmente, no ano anterior, pelo Reino de Marrocos.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda o 13º Congresso da CGTP-IN cujo lema reafirma princípios fundamentais para a defesa da democracia, do progresso social e da paz só possíveis de obter com a força da luta dos trabalhadores, com mais emprego com direitos e a afirmação da vontade soberana do povo português.

    Neste momento tão importante da vida portuguesa, é fundamental a resposta do movimento sindical unitário, o reforço da organização, da unidade e da luta como esteios fundamentais para assegurar o emprego com direitos, a soberania, o progresso social e a paz, pugnando pelo respeito da Constituição da República Portuguesa que este ano comemora o seu 40º aniversário.

    O CPPC, que tem um Protocolo de colaboração com a CGTP-IN, reafirma a sua determinação de continuar a convergir com a CGTP-IN na luta dos trabalhadores contra a exploração, as desigualdades sociais e o empobrecimento, defendendo melhores condições de vida e de trabalho, o aprofundamento da democracia e o progresso social, condições indispensáveis à Paz.
    Pela Paz, todos não somos demais!

    Viva a luta dos trabalhadores! Viva a CGTP-IN! Viva a Paz!

    Lisboa, 23 de Fevereiro de 2016

    A Direcção Nacional do CPPC

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda calorosamente todos os trabalhadores, mulheres e homens que lutaram e lutam em defesa das conquistas do 25 de Abril, da democracia, da liberdade e da paz, por um mundo mais justo, mais fraterno e mais solidário. Saúda de forma especial os trabalhadores portugueses, associando-se às manifestações comemorativas convocadas pela CGTP-IN.
    Porque a Paz não é só a ausência da guerra, assumem-se como direitos humanos fundamentais o direito de todos os cidadãos disporem de condições de vida e de trabalho dignas; de uma mais justa distribuição da riqueza; de um ensino que seja potenciador das capacidades de cada um; de emprego seguro, com direitos e justa remuneração; de proteção no desemprego; de pensões de reforma dignas; de um serviço de saúde universal e gratuito; da proteção social na infância, na velhice e em situações de especial necessidade, entre outros.

  • Neste Dia Internacional da Mulher, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda todas as mulheres que lutam pela igualdade e contra qualquer tipo de discriminação, exigindo o cumprimento do artigo 13º da Constituição da República Portuguesa, dando, assim, um importante contributo para a Paz, o desenvolvimento e o progresso da humanidade.

    Num momento tão complexo e contraditório como o que estamos a viver no plano nacional, europeu e internacional, a luta pela igualdade de direitos e oportunidades é uma questão central, exigindo que ninguém seja privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever, independentemente do sexo e orientação sexual, da raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução ascendência ou condição económica.

    A emancipação e o progresso da humanidade só será possível com a paz construída no respeito pelo princípio da igualdade, onde haja uma solução pacífica dos conflitos internacionais, o respeito pelo direito soberano dos povos a escolher o seu destino, exigindo-se o fim do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração.

    Por isso, neste 8 de Março, o CPPC saúda de modo particular as mulheres vítimas de guerras e agressões diversas, da pobreza, da destruição das suas vidas e apela a todas e todos para que se empenhem na luta pela Paz, progresso e desenvolvimento da humanidade.

    Direcção Nacional do CPPC