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CPPC esteve presente em manifestação pela Paz em Brest - França _3
Description: A convite do Movimento da Paz francês (Mouvement de la Paix), o Conselho Português para a Paz e Cooperação participou, no passado dia 9 de janeiro, em Brest, França, numa manifestação por uma Europa activa pela Paz, onde participaram centenas de pessoas, que denunciaram a Cimeira de ministros de negócios estrangeiros e da defesa de países que integram a União Europeia que se reunirá nesta cidade nos dias 12 e 13 de Janeiro, assim como os seus objetivos belicistas.
Esta cimeira, com que se inicia a presidência francesa do Conselho da UE, insere-se no esforço de aceleração do processo de militarização da União Europeia e de concretização da UE como o pilar europeu da NATO.
Brest é um lugar particularmente simbólico, visto ser uma cidade onde está instalada uma das bases militares francesas que estaciona um maior número de armas nucleares. A realização da manifestação nesta cidade assume, assim e igualmente, um carácter de denúncia dos perigos da NATO e da militarização da UE e criação do chamado “exército europeu” como indissociáveis dos riscos catastróficos que as armas nucleares representam para a Humanidade.
A militarização da UE tem vindo a concretizar-se, nomeadamente, através da criação da "Cooperação Estruturada Permanente" (PESCO), do denominado "Fundo Europeu de Defesa", pela implementação de um programa para o desenvolvimento da indústria de armamento, ou com os denominados “grupos de
combate” da UE, o que implica não só a utilização de mais meios financeiros da UE para a sua política belicista, como o aumento das despesas militares em cada um dos países que a integra.
Trata-se de um processo que – não sem contradições – converge com a política externa dos EUA e que assume a UE como o pilar europeu da NATO e a sua militarização como complementar a este bloco político-militar agressivo.
Nesta cimeira será debatida a chamada “bússola estratégica” da União Europeia, ou seja, a proposta de um conceito estratégico com o objetivo de relançar a capacidade estratégica autónoma de intervenção militar da UE – sempre à medida dos interesses das grandes potências da UE, incluindo da França – que deverá ser adoptada durante o próximo Conselho Europeu, em Março, antes da definição do próximo conceito estratégico da NATO, que deverá ser adoptado durante a Cimeira que terá lugar em Madrid, nos
dias 29 e 30 de Junho.
A manifestação foi precedida da realização de dois debates que contaram com a participação de largas dezenas de pessoas e de organizações que intervieram denunciando e rejeitando a política agressiva e de confrontação da NATO e da UE e, em particular, o aumento do financiamento para esta política belicista, designadamente para a renovação das armas nucleares, como tem vindo a ser feito pela França.
Nas suas intervenções, o CPPC deixou claro o seu compromisso de rejeição da NATO e da militarização da UE, frisando a importância de:
- exigir o fim da militarização da UE e das suas missões de ingerência em diversos países;
- afirmar Sim à Paz e Não à NATO e exigir a sua dissolução;
- dizer não à corrida aos armamentos e exigir a redução das despesas militares e a abolição das armas nucleares e de outras armas de destruição massiva;
O CPPC afirmou ainda que, indissociável destas exigências, é também necessário defender os princípios da Carta das Nações Unidas e do direito internacional, o direito dos povos à autodeterminação, a soberania e a independência nacional, a solução pacífica dos conflitos internacionais, o desarmamento
universal, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares, a cooperação entre os povos e países para o estabelecimento de um sistema de segurança colectiva, com vista à criação de uma nova ordem internacional de paz e progresso social!
Almoço da Paz | Porto_1
Description: Realizou-se, no Porto, no dia 15 de Janeiro, o tradicional Almoço da Paz, que decorreu nas instalações do Orfeão do Porto e foi promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação num momento particularmente complexo da situação internacional, designadamente na Europa, como foi sublinhado em intervenções diversas, designadamente de Ilda Figueiredo e Avelino Gonçalves.
Foi uma importante iniciativa de solidariedade, convívio e confraternização, em que também participaram amigas e amigos do Brasil e da Colômbia, que vivem no Porto, que intervieram e deram notícias da luta e da esperança dos povos latino-americanos, tendo ficado ensejado um convívio latino-americano para a primavera.
Decorreu, igualmente, uma singela homenagem a Avelino Gonçalves, membro da Presidência do CPPC, anti-fascista com uma vida exemplar, dedicada à liberdade, à defesa da democracia, do progresso social e da paz, da Constituição da República Portuguesa em cuja elaboração participou, como sublinhou João Rouxinol na intervenção que fez em nome da DN do CPPC.
Houve ainda a poesia, as canções com Minda Araújo, as intervenções diversas e o sorteio de uma paleta da paz oferecida pelo pintor Agostinho Santos.
E no fim gritou-se "Paz sim, guerra não", sublinhando a disponibilidade de todos na luta pela defesa da paz e da solidariedade. ???
----/
Homenagem a Avelino Pacheco Gonçalves
Avelino Pacheco Gonçalves, nascido a 10.07.1939, em Santiago de Bougado – Stº Tirso é membro da Presidência do Conselho Português para a Paz e Cooperação, tendo uma participação ativa ao longo de muitos anos na defesa da paz.
Com um passado anti-fascista conhecido e militante do PCP, sempre esteve empenhado no trabalho unitário, incluindo com democratas de várias áreas, designadamente religiosas, ao que não terá sido alheia a sua origem católica, com diversos padres na família.
Começou a trabalhar aos 15 anos e durante vinte e dois anos foi empregado de escritório e funcionário bancário.
Frequentou a Escola Comercial Oliveira Martins e o Instituto Comercial do Porto. Foi estudante trabalhador até ao 4º ano do curso de economia na Faculdade de Economia do Porto.
Formador ao serviço de diversas entidades e posteriormente professor da Escola Profissional Raul Dória, reformou-se aos 70 anos.
Ao longo da vida foi, e é, associado e dirigente de numerosas associações culturais e sociais.
Desde jovem, por largos períodos, colaborou em jornais regionais e locais.
Membro da Comissão Sindical Unitária dos Bancários do Porto desde1964.
Membro do Conselho Disciplinar da direcção do Sindicato dos Bancários do Porto para o triénio 1966/68 e em 1970, um dos fundadores e animadores da reunião dos Associados até ao 25 de Abril de 1974.
Presidente da Direcção do Sindicato dos Bancários do Porto para o triénio 1972/74.
Membro da direcção da Corporação de Crédito e Seguros em 1973/1974, eleito pelos sindicatos.
Em 1974 o primeiro diretor/coordenador do “Alavanca”, jornal da CGTP-IN.
Ministro do Trabalho de maio a julho de 1974, destacando-se do seu mandato, a instituição do Salário Mínimo Nacional (sem discriminação de género, que hoje ainda permanece), o que melhorou as condições de vida a 56% dos trabalhadores, a melhoria das pensões, o alargamento do direito a férias
remuneradas, da contratação coletiva e o reconhecimento (na prática) da liberdade de associação, organização e ação sindical.
Em 1974, como Ministro do Trabalho participou na Conferência Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra e em 1975 como Assessor Técnico para as questões do regime laboral dos funcionários públicos.
No quadro das relações de amizade do PCP com o PAIGC esteve deslocado dois períodos na Guiné-Bissau.
Foi várias vezes candidato à Assembleia da República e em Eleições autárquicas em (Stº Tirso e Cinfães) e foi membro da Assembleia Municipal de Santo Tirso durante 9 anos.
Em 1975 foi deputado do PCP na Assembleia Constituinte, integrando a Comissão das Questões do Trabalho e a Comissão de Redação em 1975/1976. Durante largos anos foi um dos promotores de iniciativas unitárias de defesa da Constituição da República Portuguesa.
Em 2014 recebeu a Medalha de Mérito do Município do Porto.
Porto, 15.01.2022
Pela DN
João Rouxinol
Almoço da Paz | Porto_2
Description: Realizou-se, no Porto, no dia 15 de Janeiro, o tradicional Almoço da Paz, que decorreu nas instalações do Orfeão do Porto e foi promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação num momento particularmente complexo da situação internacional, designadamente na Europa, como foi sublinhado em intervenções diversas, designadamente de Ilda Figueiredo e Avelino Gonçalves.
Foi uma importante iniciativa de solidariedade, convívio e confraternização, em que também participaram amigas e amigos do Brasil e da Colômbia, que vivem no Porto, que intervieram e deram notícias da luta e da esperança dos povos latino-americanos, tendo ficado ensejado um convívio latino-americano para a primavera.
Decorreu, igualmente, uma singela homenagem a Avelino Gonçalves, membro da Presidência do CPPC, anti-fascista com uma vida exemplar, dedicada à liberdade, à defesa da democracia, do progresso social e da paz, da Constituição da República Portuguesa em cuja elaboração participou, como sublinhou João Rouxinol na intervenção que fez em nome da DN do CPPC.
Houve ainda a poesia, as canções com Minda Araújo, as intervenções diversas e o sorteio de uma paleta da paz oferecida pelo pintor Agostinho Santos.
E no fim gritou-se "Paz sim, guerra não", sublinhando a disponibilidade de todos na luta pela defesa da paz e da solidariedade. ???
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Homenagem a Avelino Pacheco Gonçalves
Avelino Pacheco Gonçalves, nascido a 10.07.1939, em Santiago de Bougado – Stº Tirso é membro da Presidência do Conselho Português para a Paz e Cooperação, tendo uma participação ativa ao longo de muitos anos na defesa da paz.
Com um passado anti-fascista conhecido e militante do PCP, sempre esteve empenhado no trabalho unitário, incluindo com democratas de várias áreas, designadamente religiosas, ao que não terá sido alheia a sua origem católica, com diversos padres na família.
Começou a trabalhar aos 15 anos e durante vinte e dois anos foi empregado de escritório e funcionário bancário.
Frequentou a Escola Comercial Oliveira Martins e o Instituto Comercial do Porto. Foi estudante trabalhador até ao 4º ano do curso de economia na Faculdade de Economia do Porto.
Formador ao serviço de diversas entidades e posteriormente professor da Escola Profissional Raul Dória, reformou-se aos 70 anos.
Ao longo da vida foi, e é, associado e dirigente de numerosas associações culturais e sociais.
Desde jovem, por largos períodos, colaborou em jornais regionais e locais.
Membro da Comissão Sindical Unitária dos Bancários do Porto desde1964.
Membro do Conselho Disciplinar da direcção do Sindicato dos Bancários do Porto para o triénio 1966/68 e em 1970, um dos fundadores e animadores da reunião dos Associados até ao 25 de Abril de 1974.
Presidente da Direcção do Sindicato dos Bancários do Porto para o triénio 1972/74.
Membro da direcção da Corporação de Crédito e Seguros em 1973/1974, eleito pelos sindicatos.
Em 1974 o primeiro diretor/coordenador do “Alavanca”, jornal da CGTP-IN.
Ministro do Trabalho de maio a julho de 1974, destacando-se do seu mandato, a instituição do Salário Mínimo Nacional (sem discriminação de género, que hoje ainda permanece), o que melhorou as condições de vida a 56% dos trabalhadores, a melhoria das pensões, o alargamento do direito a férias
remuneradas, da contratação coletiva e o reconhecimento (na prática) da liberdade de associação, organização e ação sindical.
Em 1974, como Ministro do Trabalho participou na Conferência Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra e em 1975 como Assessor Técnico para as questões do regime laboral dos funcionários públicos.
No quadro das relações de amizade do PCP com o PAIGC esteve deslocado dois períodos na Guiné-Bissau.
Foi várias vezes candidato à Assembleia da República e em Eleições autárquicas em (Stº Tirso e Cinfães) e foi membro da Assembleia Municipal de Santo Tirso durante 9 anos.
Em 1975 foi deputado do PCP na Assembleia Constituinte, integrando a Comissão das Questões do Trabalho e a Comissão de Redação em 1975/1976. Durante largos anos foi um dos promotores de iniciativas unitárias de defesa da Constituição da República Portuguesa.
Em 2014 recebeu a Medalha de Mérito do Município do Porto.
Porto, 15.01.2022
Pela DN
João Rouxinol
Almoço da Paz | Porto_3
Description: Realizou-se, no Porto, no dia 15 de Janeiro, o tradicional Almoço da Paz, que decorreu nas instalações do Orfeão do Porto e foi promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação num momento particularmente complexo da situação internacional, designadamente na Europa, como foi sublinhado em intervenções diversas, designadamente de Ilda Figueiredo e Avelino Gonçalves.
Foi uma importante iniciativa de solidariedade, convívio e confraternização, em que também participaram amigas e amigos do Brasil e da Colômbia, que vivem no Porto, que intervieram e deram notícias da luta e da esperança dos povos latino-americanos, tendo ficado ensejado um convívio latino-americano para a primavera.
Decorreu, igualmente, uma singela homenagem a Avelino Gonçalves, membro da Presidência do CPPC, anti-fascista com uma vida exemplar, dedicada à liberdade, à defesa da democracia, do progresso social e da paz, da Constituição da República Portuguesa em cuja elaboração participou, como sublinhou João Rouxinol na intervenção que fez em nome da DN do CPPC.
Houve ainda a poesia, as canções com Minda Araújo, as intervenções diversas e o sorteio de uma paleta da paz oferecida pelo pintor Agostinho Santos.
E no fim gritou-se "Paz sim, guerra não", sublinhando a disponibilidade de todos na luta pela defesa da paz e da solidariedade. ???
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Homenagem a Avelino Pacheco Gonçalves
Avelino Pacheco Gonçalves, nascido a 10.07.1939, em Santiago de Bougado – Stº Tirso é membro da Presidência do Conselho Português para a Paz e Cooperação, tendo uma participação ativa ao longo de muitos anos na defesa da paz.
Com um passado anti-fascista conhecido e militante do PCP, sempre esteve empenhado no trabalho unitário, incluindo com democratas de várias áreas, designadamente religiosas, ao que não terá sido alheia a sua origem católica, com diversos padres na família.
Começou a trabalhar aos 15 anos e durante vinte e dois anos foi empregado de escritório e funcionário bancário.
Frequentou a Escola Comercial Oliveira Martins e o Instituto Comercial do Porto. Foi estudante trabalhador até ao 4º ano do curso de economia na Faculdade de Economia do Porto.
Formador ao serviço de diversas entidades e posteriormente professor da Escola Profissional Raul Dória, reformou-se aos 70 anos.
Ao longo da vida foi, e é, associado e dirigente de numerosas associações culturais e sociais.
Desde jovem, por largos períodos, colaborou em jornais regionais e locais.
Membro da Comissão Sindical Unitária dos Bancários do Porto desde1964.
Membro do Conselho Disciplinar da direcção do Sindicato dos Bancários do Porto para o triénio 1966/68 e em 1970, um dos fundadores e animadores da reunião dos Associados até ao 25 de Abril de 1974.
Presidente da Direcção do Sindicato dos Bancários do Porto para o triénio 1972/74.
Membro da direcção da Corporação de Crédito e Seguros em 1973/1974, eleito pelos sindicatos.
Em 1974 o primeiro diretor/coordenador do “Alavanca”, jornal da CGTP-IN.
Ministro do Trabalho de maio a julho de 1974, destacando-se do seu mandato, a instituição do Salário Mínimo Nacional (sem discriminação de género, que hoje ainda permanece), o que melhorou as condições de vida a 56% dos trabalhadores, a melhoria das pensões, o alargamento do direito a férias
remuneradas, da contratação coletiva e o reconhecimento (na prática) da liberdade de associação, organização e ação sindical.
Em 1974, como Ministro do Trabalho participou na Conferência Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra e em 1975 como Assessor Técnico para as questões do regime laboral dos funcionários públicos.
No quadro das relações de amizade do PCP com o PAIGC esteve deslocado dois períodos na Guiné-Bissau.
Foi várias vezes candidato à Assembleia da República e em Eleições autárquicas em (Stº Tirso e Cinfães) e foi membro da Assembleia Municipal de Santo Tirso durante 9 anos.
Em 1975 foi deputado do PCP na Assembleia Constituinte, integrando a Comissão das Questões do Trabalho e a Comissão de Redação em 1975/1976. Durante largos anos foi um dos promotores de iniciativas unitárias de defesa da Constituição da República Portuguesa.
Em 2014 recebeu a Medalha de Mérito do Município do Porto.
Porto, 15.01.2022
Pela DN
João Rouxinol
Almoço da Paz | Porto_4
Description: Realizou-se, no Porto, no dia 15 de Janeiro, o tradicional Almoço da Paz, que decorreu nas instalações do Orfeão do Porto e foi promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação num momento particularmente complexo da situação internacional, designadamente na Europa, como foi sublinhado em intervenções diversas, designadamente de Ilda Figueiredo e Avelino Gonçalves.
Foi uma importante iniciativa de solidariedade, convívio e confraternização, em que também participaram amigas e amigos do Brasil e da Colômbia, que vivem no Porto, que intervieram e deram notícias da luta e da esperança dos povos latino-americanos, tendo ficado ensejado um convívio latino-americano para a primavera.
Decorreu, igualmente, uma singela homenagem a Avelino Gonçalves, membro da Presidência do CPPC, anti-fascista com uma vida exemplar, dedicada à liberdade, à defesa da democracia, do progresso social e da paz, da Constituição da República Portuguesa em cuja elaboração participou, como sublinhou João Rouxinol na intervenção que fez em nome da DN do CPPC.
Houve ainda a poesia, as canções com Minda Araújo, as intervenções diversas e o sorteio de uma paleta da paz oferecida pelo pintor Agostinho Santos.
E no fim gritou-se "Paz sim, guerra não", sublinhando a disponibilidade de todos na luta pela defesa da paz e da solidariedade. ???
----/
Homenagem a Avelino Pacheco Gonçalves
Avelino Pacheco Gonçalves, nascido a 10.07.1939, em Santiago de Bougado – Stº Tirso é membro da Presidência do Conselho Português para a Paz e Cooperação, tendo uma participação ativa ao longo de muitos anos na defesa da paz.
Com um passado anti-fascista conhecido e militante do PCP, sempre esteve empenhado no trabalho unitário, incluindo com democratas de várias áreas, designadamente religiosas, ao que não terá sido alheia a sua origem católica, com diversos padres na família.
Começou a trabalhar aos 15 anos e durante vinte e dois anos foi empregado de escritório e funcionário bancário.
Frequentou a Escola Comercial Oliveira Martins e o Instituto Comercial do Porto. Foi estudante trabalhador até ao 4º ano do curso de economia na Faculdade de Economia do Porto.
Formador ao serviço de diversas entidades e posteriormente professor da Escola Profissional Raul Dória, reformou-se aos 70 anos.
Ao longo da vida foi, e é, associado e dirigente de numerosas associações culturais e sociais.
Desde jovem, por largos períodos, colaborou em jornais regionais e locais.
Membro da Comissão Sindical Unitária dos Bancários do Porto desde1964.
Membro do Conselho Disciplinar da direcção do Sindicato dos Bancários do Porto para o triénio 1966/68 e em 1970, um dos fundadores e animadores da reunião dos Associados até ao 25 de Abril de 1974.
Presidente da Direcção do Sindicato dos Bancários do Porto para o triénio 1972/74.
Membro da direcção da Corporação de Crédito e Seguros em 1973/1974, eleito pelos sindicatos.
Em 1974 o primeiro diretor/coordenador do “Alavanca”, jornal da CGTP-IN.
Ministro do Trabalho de maio a julho de 1974, destacando-se do seu mandato, a instituição do Salário Mínimo Nacional (sem discriminação de género, que hoje ainda permanece), o que melhorou as condições de vida a 56% dos trabalhadores, a melhoria das pensões, o alargamento do direito a férias
remuneradas, da contratação coletiva e o reconhecimento (na prática) da liberdade de associação, organização e ação sindical.
Em 1974, como Ministro do Trabalho participou na Conferência Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra e em 1975 como Assessor Técnico para as questões do regime laboral dos funcionários públicos.
No quadro das relações de amizade do PCP com o PAIGC esteve deslocado dois períodos na Guiné-Bissau.
Foi várias vezes candidato à Assembleia da República e em Eleições autárquicas em (Stº Tirso e Cinfães) e foi membro da Assembleia Municipal de Santo Tirso durante 9 anos.
Em 1975 foi deputado do PCP na Assembleia Constituinte, integrando a Comissão das Questões do Trabalho e a Comissão de Redação em 1975/1976. Durante largos anos foi um dos promotores de iniciativas unitárias de defesa da Constituição da República Portuguesa.
Em 2014 recebeu a Medalha de Mérito do Município do Porto.
Porto, 15.01.2022
Pela DN
João Rouxinol
Exposição coletiva Artistas pela Paz e Solidariedade_1
Description: Em colaboração com o Centro Cultural do Alto Minho - CCAM - o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) tem o prazer de o/a convidar para a inauguração da exposição coletiva Artistas pela Paz e Solidariedade.
Terá lugar no próximo sábado, dia 29 de janeiro, pelas 15h30, na Galeria Barca d'Artes, n 31 da Rua dos Manjovos, em Viana do Castelo.
Exposição coletiva Artistas pela Paz e Solidariedade_2
Description: Em colaboração com o Centro Cultural do Alto Minho - CCAM - o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) tem o prazer de o/a convidar para a inauguração da exposição coletiva Artistas pela Paz e Solidariedade.
Terá lugar no próximo sábado, dia 29 de janeiro, pelas 15h30, na Galeria Barca d'Artes, n 31 da Rua dos Manjovos, em Viana do Castelo.
Conversas da Paz | Literatura e Paz_1
Description: Em Vila Nova de Gaia, no Espaço Paz, o Conselho Português para a Paz e Cooperação - CPPC - decidiu realizar um conjunto de Conversas da Paz.
Realizar-se-á, a segunda, no dia 9 de fevereiro às 17h30, sobre o tema "Literatura e Paz" e contará com a presença do jornalista Valdemar Cruz.
Convidamos todos a participar!