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A decisão dos Estados Unidos de reconhecer a ocupação dos Montes Golã por Israel é um ato contra o direito internacional e contra a paz.

A decisão dos Estados Unidos de reconhecer como legitima, a ocupação, por Israel, do território sírio dos Montes Golã, é uma flagrante violação do direito internacional, um desrespeito pelas decisões da Organização das Nações Unidas e um grave atentado à estabilidade e à paz no Médio Oriente.

O Conselho Português para Paz e Cooperação condena veementemente tal decisão, assumida pelos Estados Unidos e por Israel, e manifesta a sua solidariedade ao povo e à República Árabe Síria.

 

A questão dos Montes Golã, ocupados por Israel em 1967, tem sido objeto de sucessivas resoluções da ONU, reconhecendo à República Árabe da Síria a legitima soberania sobre este território, exigindo a Israel a sua retirada imediata e incondicional.

As recentes declarações do Presidente dos Estados Unidos, apoiando Israel na sua pretensa anexação, a que não será estranha a descoberta de petróleo na zona, deve merecer o total repúdio dos estados e das forças políticas e sociais que defendem a paz e o respeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas.
Importa referir que esta decisão se enquadra numa crescente ingerência externa, visando desestabilizar, ainda mais, uma região tão flagelada pelas guerras contra o Afeganistão, Iraque, Líbia, Síria, Irão ou Iémene. É, também, um claro apoio dos Estados Unidos ao governo de Israel e às forças mais reacionárias deste país, agora em plena campanha eleitoral, e à sua criminosa política de ocupação da Palestina e de agressão ao povo palestino.

O CPPC manifesta o seu apreço pelas posições de condenação já assumidas pela ONU e por inúmeros países de todo o mundo, e apela ao Governo Português, à Assembleia da República e às forças políticas e sociais do nosso país que, no respeito pelos principio consagrados na Constituição da República, manifestem igualmente a sua condenação.

Direcção Nacional do CPPC